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domingo, 17 de abril de 2016

O que acontece com Dilma se a Câmara aprovar o impeachment?

Os próximos dias serão longos tanto para os apoiadores de Dilma Rousseffquanto para sua oposição. É que neste final de semana, a Câmara dos Deputados estará totalmente voltada para a votação que deve mudar o rumo da presidente no poder.
O desafio da base e da oposição é convencer os parlamentares que até agora não assumiram uma posição sobre o impeachment de Dilma.
Caso 342 dos 513 deputados votem a favor do afastamento da presidente, o processo é encaminhado ao Senado – responsável por julgar se Dilma cometeu ou não crimes de responsabilidade.
Enquanto o cenário ainda é de dúvida, entenda melhor o que pode acontecer com a presidente nos próximos dias.
Se a Câmara aprovar o impeachment, Dilma é afastada?
Não. Se o pedido for aprovado por dois terços dos deputados, o processo seguirá para o Senado dias após a votação (possivelmente, entre 18 e 19 de abril) e uma comissão será formada para avaliá-lo. Só o Senado pode processar e julgar um presidente da República.
É preciso avaliar de novo?
Sim. O trabalho no Senado é diferente do que já foi feito, uma vez que a comissão da Câmara só avalia a admissibilidade, ou seja, se o processo tem condições ou não de seguir. A comissão do Senado deve se reunir entre os dias 21 de abril e 02 de maio. O parecer final é encaminhado ao plenário para uma nova votação. O processo só deve continuar se 41 dos 81 senadores (maioria simples) concordarem com ele.
E se o Senado aceitar o pedido?
Neste final de semana, a Câmara dos Deputados fará a votação que pode mudar o rumo da presidente no poder© Vesa Moilanen/Lehtikuva/REUTERS Neste final de semana, a Câmara dos Deputados fará a votação que pode mudar o rumo da presidente no poder
A presidente é afastada por um período de 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume o cargo. Dilma recebe um prazo de 20 dias para apresentar nova defesa.
Dilma deve deixar o Palácio do Planalto?
Não. Como explica Flávio de Leão Bastos Pereira, professor de Direito Constitucional do Mackenzie, a presidente não é obrigada a deixar a residência oficial durante o período que não exerce a presidência. Durante o afastamento, no entanto, ela recebe apenas metade de seu salário (que atualmente é de R$ 30.934,00).
E por quanto tempo o Senado pode julgar a presidente?
Os senadores dispõem de 180 dias para julgar se Dilma é responsável pelos crimes de responsabilidade apontados no processo. Se eles decidirem usar todo o tempo, o processo termina em outubro deste ano.
Como funciona a votação final?
A sessão é presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. O impeachment é aprovado se dois terços dos senadores (54 dos 81) votarem a favor. Se Dilma for condenada, perde o mandato e se torna inelegível por oito anos. Se for absolvida, volta automaticamente ao cargo e recebe o valor que deixou de receber enquanto estava afastada.

 Fonte > http://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/o-que-acontece-com-dilma-se-a-c%C3%A2mara-aprovar-o-impeachment/ar-BBrK5Ub?li=AAggXC1

sexta-feira, 18 de março de 2016

Manifestação de apoio ao governo federal fecha Avenida Paulista, em SP

CUT confirmou a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Movimentos sociais e militantes do PT participam do ato.

Militantes do Partido dos Trabalhadores (PT), integrantes de movimentos sociais e representantes da esquerda fazem um ato de apoio à democracia e ao Governo Federal, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta-feira (18). Segundo os organizadores, por volta de 16h, havia 80 mil pessoas no ato.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) confirmou a participação no evento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.



  Fonte> http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/03/manifestacao-de-apoio-ao-governo-federal-fecha-avenida-paulista-em-sp.html

domingo, 4 de outubro de 2015

Empreiteira investigada na Lava Jato pagou reforma para Lula

São Paulo — Uma reforma que incluiu até um elevador privado dentro do triplex do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva foi paga pela empreiteira OAS, uma das implicadas no escândalo de corrupção desvendado pela operação Lava Jato. As informações são da revista Veja deste sábado.
Segundo a revista, o apartamento na praia das Astúrias, no Guarujá (litoral de São Paulo) foi entregue à família Lula da Silva em 2014 e entrou em reforma em seguida. As mudanças previam troca no porcelanato e no acabamento de gesso, um escritório e um elevador interno.
Ainda de acordo com a revista, a reforma foi inteira paga pela OAS, que contratou uma empresa reconhecida no mercado por terminar obras de alto padrão em pouco tempo.
 
Segundo a reportagem, as obras eram realizadas com grande discrição. A fechadura era trocada toda semana e, quando os donos do imóvel estavam no local, os trabalhadores precisavam sair.
A existência do apartamento foi revelada pelo jornal O Globo em dezembro passado, mas Lula nega que o imóvel pertença a ele ou sua família. Funcionários a empreiteira, no entanto, disseram à revista que Lula é o dono do imóvel mas que ele está à venda.
OAS e a Lava Jato
De acordo com Veja, o imóvel ainda está no nome da OAS, que teria terminado a obra a pedido de Lula. O prédio estava sendo construído pela Bancoop, que faliu.
A OAS é uma das empreiteiras investigadas na operação Lava Jato. Seu principal executivo e três de seus diretores foram presos. Desde que a investigação foi deflagrada, a empresa passa por uma séria crise financeira.
 
 Fonte.http://www.msn.com/pt-br/noticias/nacional/empreiteira-investigada-na-lava-jato-pagou-reforma-para-lula/ar-AAf4qIJ?li=AAaB4xI

Ministro da Fazenda vira novo alvo de Lula

© Fornecido por Estadão O ministro da Fazenda, Joaquim Levy BRASÍLIA - Fortalecido após a reforma ministerial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se movimentar agora para convencer a presidente Dilma Rousseff a substituir o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por Henrique Meirelles, que comandou o Banco Central de 2003 a 2010. Para Lula, Levy tem “prazo de validade”, que vence quando o governo conseguir aprovar as principais medidas do ajuste fiscal no Congresso.
O ex-presidente já conversou sobre o assunto com a própria Dilma, que, no entanto, não gosta de Meirelles. Os dois foram colegas no governo do petista e protagonizaram duros embates. Lula sugeriu Meirelles para Dilma antes mesmo da nomeação de Levy. Não emplacou. Agora, porém, avalia que a mudança na Fazenda não pode passar do primeiro semestre de 2016.
Três interlocutores do ex-presidente relataram ao Estado que os próximos alvos de Lula, após o aumento de sua influência no Palácio do Planalto, são Levy e a política econômica. Não é só: ele também quer a troca do ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.
Vice. Na segunda-feira passada, numa reunião com Michel Temer, em São Paulo, Lula disse que o vice-presidente seria o nome ideal para a Justiça. Disposto a concorrer novamente ao Planalto, em 2018, ele chegou a pedir a Dilma a demissão de Cardozo na reforma do primeiro escalão, sob o argumento de que o ministro não controla a Polícia Federal e permite “vazamentos seletivos” contra o PT na Operação Lava Jato.
Sob pressão, Dilma cedeu aos apelos do padrinho para pôr Jaques Wagner na Casa Civil e despachar Aloizio Mercadante de volta para o Ministério da Educação, mas não aceitou dispensar Cardozo no auge da Lava Jato.
Negativa. “Isso não procede”, disse Lula ao Estado, em resposta enviada por e-mail, ao ser questionado sobre sua intenção de trocar Levy e Cardozo. “Eu aprendi, no exercício da Presidência, que a escolha de ministros é de responsabilidade exclusiva de quem é presidente. A presidenta terminou de concluir uma importante reforma ministerial, para superar as dificuldades atuais e criar condições para a retomada do desenvolvimento, criação de empregos e distribuição de renda.”
Apesar do desmentido, Lula age para mudar os rumos do governo Dilma, que, no seu diagnóstico, carece com urgência de uma agenda positiva. Aos amigos, ele afirma que a reforma ministerial foi importante para atrair o PMDB, soldar a base aliada, barrar pedidos de impeachment e recuperar a estabilidade na economia. Avalia, no entanto, que só isso não basta e diz ser preciso dar “o próximo passo” para retomar o crescimento.
Ajuste. É nesse cenário que se encaixaria a troca de Levy e um afrouxamento do ajuste, com uma política de estímulo ao consumo e abertura de linhas de crédito pelo BNDES. Para que o governo saia do vermelho, Lula defende a volta da CPMF, o imposto do cheque que o Senado derrotou em 2007, e promete trabalhar por sua aprovação.
Em público, porém, a estratégia do ex-presidente, do PT e do Planalto é repetir que as mudanças no primeiro escalão não foram feitas para evitar o afastamento de Dilma pelo Congresso, mas, sim, para pacificar a política e superar a crise econômica.
“Essa defesa que estamos fazendo do governo da presidenta Dilma tem de vir junto com um gesto de mudança da política econômica”, insistiu o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “O que está havendo é um desajuste, porque não há ajuste possível com essa taxa de juros na estratosfera.”
Um documento da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, também prega uma guinada na política econômica. Segundo o texto, que contou com o aval de Lula, o governo Dilma abandonou o programa defendido na campanha do ano passado, submeteu-se à lógica “liberal”



    FOJNTE> http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/ministro-da-fazenda-vira-novo-alvo-de-lula/ar-AAf45IQ?li=AAaB4xI

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Lula estaria se preparando para disputar eleição de 2018

São Paulo - A presidente Dilma Rousseff ainda está no segundo mês de seu segundo mandato, mas o Partido dos Trabalhadores (PT) já começa a se movimentar para as eleições de 2018.
Para isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já estaria começando a fazer sua campanha entre aliados para voltar ao cargo que ocupou entre 2003 e 2010, segundo o jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a publicação, o ex-presidente já teria avisado aos aliados sobre suas pretensões para 2018 e estaria planejando uma viagem pelo Brasil para mobilizar as bases partidárias.
 
 
A movimentação, contudo, não teria o objetivo declarado de preparar a nova candidatura de Lula. A princípio, segundo o jornal, as viagens seriam apresentadas como uma estratégia para tratar da crise que atinge o PT desde o início do escândalo da Petrobras, em março do ano passado.
No entanto, com sua presença, Lula quer resolver disputas internas no partido e também desencorajar o surgimento de outras possíveis candidaturas. As viagens devem começar logo após o carnaval. A ideia do ex-presidente é passar uma temporada em cada estado. 
Na sexta-feira, em seu discurso durante as comemorações dos 35 anos do PT, Lula comentou a crise de credibilidade pela qual a sigla passa e afirmou que o problema do PT é que ele "se tornou um partido igual aos outros".
"Falando francamente: muitos de nós estão mais preocupados em manter – e se manter – nessas estruturas de poder do que em fazer a militância partidária que estava na origem do PT. É nesse ambiente que alguns, individualmente, cometem desvios que nos envergonham diante da sociedade e perante a história do PT", disse o ex-presidente. 
 
 
 
                                        fonte> http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/lula-estaria-se-preparando-para-disputar-elei%c3%a7%c3%a3o-de-2018/ar-AA9a2ug

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Lula compara Lava-Jato ao mensalão e diz que imprensa irá julgar o PT antecipadamente

BRASÍLIA — O ex-presidente Lula comparou, na noite desta quarta-feira, o escândalo de corrupção na Petrobras ao processo do mensalão e disse que, quando a investigação chegar ao Supremo Tribunal Federal, a imprensa já terá condenado o PT. Ele também ironizou a oposição, dizendo que até parece que eles arrecadam dinheiro para as campanhas eleitorais no Criança Esperança, e não com empresários.
— Agora a bola da vez somos nós. O PT não pode continuar crescendo, tem que ser atacado de todos os lados, em todas as frentes, com artilharia leve e pesada. Vamos fazer guerra eletrônica contra o PT, não importa se é verdade ou mentira. Vamos tentar difamar, destruir esse partido. No processo do mensalão, os companheiros que foram julgados já estavam condenados. Esse processo da Petrobras, o que a gente está vendo é que quando chegar na Suprema Corte, quando o Teori (Zavascki) for analisar a delação premiada, instrumento criado por nós, a imprensa já vai ter condenado. Todo o vazamento é contra o PT — disse Lula, ao discursar no lançamento da segunda etapa do 5º Congresso do PT.
 
 
                                                      Fonte; http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/lula-compara-lava-jato-ao-mensal%c3%a3o-e-diz-que-imprensa-ir%c3%a1-julgar-o-pt-antecipadamente/ar-BBgCYrb