domingo, 4 de outubro de 2015

Tortilla de patatas

Clássico espanhol, esta receita – uma espécie de omelete de batatas – leva apenas 5 ingredientes e é ótima para começar a refeição. Do restaurante Don Curro, em São Paulo 
Ingredientes
  • 4 ovos
  • 1/2 kg de batatas
  • Azeite de oliva ou óleo de girassol
  • 1 cebola grande
  • sal a gosto
Como fazer
Lavar e cortar as batatas em lâminas finas. Cortar a cebola em semi-círculos finos. Esquentar o azeite numa panela de fundo grande e colocar as batatas e a cebola para fritar. Deixe fritar bem. Escorra as batatas e a cebola, coloque sal a gosto. Em uma vasilha, cata os ovos e acrescente a mistura de batatas e cebola, misturando bem. Coloque uma frigideira no fogo com um pouco de azeite; verta a mistura de ovos e batatas. Movimente a frigideira para que não grude a tortilla no fundo. Quando perceber que está cozida, coloque um prato grande na frigideira e vire a tortilla. Repita até que fique dourada de ambos os lados. Sirva.
 
 
 
                                                Fonte>http://www.msn.com/pt-br/receitasebebidas/foodnews/tortilla-de-patatas/ar-AAeT15C?li=AAaB4xI

Globo proíbe Stênio Garcia de comentar vazamento de fotos íntimas

Após o choque inicial com a exposição, Stênio Garcia e a esposa, Marilene Saad, passaram a semana inteira se promovendo em cima do vazamento das fotos íntimas do casal. A direção da TV Globo não gostou nenhum pouco da postura do ator diante do caso.
Segundo o jornal “O Dia”, a alta cúpula da emissora proibiu o veterano de comentar o assunto publicamente. O canal pediu que Garcia concentre suas atenções em seu próximo trabalho no Projac.
Escalado para “Totalmente Demais”, próxima novela das 19h, o ator já começou a gravar o folhetim estrelado por Marina Ruy Barbosa e Fábio Assunção. A trama tem estreia prevista para novembro.

fonte >http://www.msn.com/pt-br/entretenimento/galeria/globo-pro%c3%adbe-st%c3%aanio-garcia-de-comentar-vazamento-de-fotos-%c3%adntimas/ss-AAf3X4I

Empreiteira investigada na Lava Jato pagou reforma para Lula

São Paulo — Uma reforma que incluiu até um elevador privado dentro do triplex do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva foi paga pela empreiteira OAS, uma das implicadas no escândalo de corrupção desvendado pela operação Lava Jato. As informações são da revista Veja deste sábado.
Segundo a revista, o apartamento na praia das Astúrias, no Guarujá (litoral de São Paulo) foi entregue à família Lula da Silva em 2014 e entrou em reforma em seguida. As mudanças previam troca no porcelanato e no acabamento de gesso, um escritório e um elevador interno.
Ainda de acordo com a revista, a reforma foi inteira paga pela OAS, que contratou uma empresa reconhecida no mercado por terminar obras de alto padrão em pouco tempo.
 
Segundo a reportagem, as obras eram realizadas com grande discrição. A fechadura era trocada toda semana e, quando os donos do imóvel estavam no local, os trabalhadores precisavam sair.
A existência do apartamento foi revelada pelo jornal O Globo em dezembro passado, mas Lula nega que o imóvel pertença a ele ou sua família. Funcionários a empreiteira, no entanto, disseram à revista que Lula é o dono do imóvel mas que ele está à venda.
OAS e a Lava Jato
De acordo com Veja, o imóvel ainda está no nome da OAS, que teria terminado a obra a pedido de Lula. O prédio estava sendo construído pela Bancoop, que faliu.
A OAS é uma das empreiteiras investigadas na operação Lava Jato. Seu principal executivo e três de seus diretores foram presos. Desde que a investigação foi deflagrada, a empresa passa por uma séria crise financeira.
 
 Fonte.http://www.msn.com/pt-br/noticias/nacional/empreiteira-investigada-na-lava-jato-pagou-reforma-para-lula/ar-AAf4qIJ?li=AAaB4xI

Ministro da Fazenda vira novo alvo de Lula

© Fornecido por Estadão O ministro da Fazenda, Joaquim Levy BRASÍLIA - Fortalecido após a reforma ministerial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se movimentar agora para convencer a presidente Dilma Rousseff a substituir o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por Henrique Meirelles, que comandou o Banco Central de 2003 a 2010. Para Lula, Levy tem “prazo de validade”, que vence quando o governo conseguir aprovar as principais medidas do ajuste fiscal no Congresso.
O ex-presidente já conversou sobre o assunto com a própria Dilma, que, no entanto, não gosta de Meirelles. Os dois foram colegas no governo do petista e protagonizaram duros embates. Lula sugeriu Meirelles para Dilma antes mesmo da nomeação de Levy. Não emplacou. Agora, porém, avalia que a mudança na Fazenda não pode passar do primeiro semestre de 2016.
Três interlocutores do ex-presidente relataram ao Estado que os próximos alvos de Lula, após o aumento de sua influência no Palácio do Planalto, são Levy e a política econômica. Não é só: ele também quer a troca do ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.
Vice. Na segunda-feira passada, numa reunião com Michel Temer, em São Paulo, Lula disse que o vice-presidente seria o nome ideal para a Justiça. Disposto a concorrer novamente ao Planalto, em 2018, ele chegou a pedir a Dilma a demissão de Cardozo na reforma do primeiro escalão, sob o argumento de que o ministro não controla a Polícia Federal e permite “vazamentos seletivos” contra o PT na Operação Lava Jato.
Sob pressão, Dilma cedeu aos apelos do padrinho para pôr Jaques Wagner na Casa Civil e despachar Aloizio Mercadante de volta para o Ministério da Educação, mas não aceitou dispensar Cardozo no auge da Lava Jato.
Negativa. “Isso não procede”, disse Lula ao Estado, em resposta enviada por e-mail, ao ser questionado sobre sua intenção de trocar Levy e Cardozo. “Eu aprendi, no exercício da Presidência, que a escolha de ministros é de responsabilidade exclusiva de quem é presidente. A presidenta terminou de concluir uma importante reforma ministerial, para superar as dificuldades atuais e criar condições para a retomada do desenvolvimento, criação de empregos e distribuição de renda.”
Apesar do desmentido, Lula age para mudar os rumos do governo Dilma, que, no seu diagnóstico, carece com urgência de uma agenda positiva. Aos amigos, ele afirma que a reforma ministerial foi importante para atrair o PMDB, soldar a base aliada, barrar pedidos de impeachment e recuperar a estabilidade na economia. Avalia, no entanto, que só isso não basta e diz ser preciso dar “o próximo passo” para retomar o crescimento.
Ajuste. É nesse cenário que se encaixaria a troca de Levy e um afrouxamento do ajuste, com uma política de estímulo ao consumo e abertura de linhas de crédito pelo BNDES. Para que o governo saia do vermelho, Lula defende a volta da CPMF, o imposto do cheque que o Senado derrotou em 2007, e promete trabalhar por sua aprovação.
Em público, porém, a estratégia do ex-presidente, do PT e do Planalto é repetir que as mudanças no primeiro escalão não foram feitas para evitar o afastamento de Dilma pelo Congresso, mas, sim, para pacificar a política e superar a crise econômica.
“Essa defesa que estamos fazendo do governo da presidenta Dilma tem de vir junto com um gesto de mudança da política econômica”, insistiu o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). “O que está havendo é um desajuste, porque não há ajuste possível com essa taxa de juros na estratosfera.”
Um documento da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, também prega uma guinada na política econômica. Segundo o texto, que contou com o aval de Lula, o governo Dilma abandonou o programa defendido na campanha do ano passado, submeteu-se à lógica “liberal”



    FOJNTE> http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/ministro-da-fazenda-vira-novo-alvo-de-lula/ar-AAf45IQ?li=AAaB4xI

sábado, 3 de outubro de 2015

Resultado da MEGA SENA 1746


Resultado da quina 3899


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dilma sanciona reforma mas veta financiamento privado de campanha

© Fornecido por Notícias ao Minuto

A presidente Dilma Rousseff sancionou, com vetos, a Lei da Reforma Eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional. A Lei 13.165 foi publicada em edição extra do Diário Oficial que circula nesta terça-feira, 29. A presidente Dilma vetou o financiamento privado de campanha e a possibilidade de impressão dos votos da urna eletrônica, o que já era esperado.
Segundo a justificativa, enviada ao Senado Federal, o Ministério da Justiça e a Advocacia-Geral da União (AGU) manifestaram-se pelos vetos aos dispositivos relativos ao financiamento empresarial a campanhas e políticos por entenderem que "a possibilidade de doações e contribuições por pessoas jurídicas a partidos políticos e campanhas eleitorais, que seriam regulamentadas por esses dispositivos, confrontaria a igualdade política e os princípios republicano e democrático, como decidiu o Supremo Tribunal Federal - STF em sede de Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI 4650/DF), proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil - CFOAB". Na razão do veto, o governo lembra que o STF determinou, inclusive, que a execução dessa decisão se aplique a partir das eleições de 2016.
Com relação à impressão dos votos da urna eletrônica, os ministérios do Planejamento e da Justiça manifestaram-se contrários, lembrando que o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se colocou contrário à medida, apontando para os altos custos da implementação. "A medida geraria um impacto aproximado de R$ 1,8 bilhão entre o investimento necessário para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições. Além disso, esse aumento significativo de despesas não veio acompanhado da estimativa do impacto orçamentário-financeiro, nem da comprovação de adequação orçamentária, em descumprimento do que dispõem os arts. 16 e 17 da Lei de Responsabilidade Fiscal, assim como o art. 108 da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015."  Com informações do Estadão Conteúdo.








     fonte , http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/dilma-sanciona-reforma-mas-veta-financiamento-privado-de-campanha/ar-AAeVJr6?li=AAaB4xI