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domingo, 26 de junho de 2016

Biel é denunciado por assédio sexual

Contra o cantor Biel, de 20 anos, foi registrada denúncia de assédio sexual na 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo. A denunciante é uma repórter de 21 anos do Portal iG, que pediu para não ser identificada. No relato ela conta que foi chamada de “gostosinha” e que o artista ainda disse que “a quebraria no meio”, sugerindo uma relação sexual. Os assédios ocorreram em maio, em dois momentos ligados ao lançamento do novo CD dele, em coletivas com jornalistas em São Paulo. Outros profissionais testemunharam; áudios e vídeos foram entregues à delegacia como provas.

Segundo matéria do iG, no áudio ouve-se Biel dizer à repórter “Idade não significa nada. Se te pego, te quebro no meio”, quando ela, acompanhando entrevista de outro repórter, comenta que eles têm quase a mesma idade. Já no vídeo, num dado momento ela coloca a sentença mais buscada no Google em referência a ele, a pergunta “Biel é bi?” – ao que ele solta: “Por quê? Você quer que eu te mostre com atos e ações?”; e depois completa: “Eu sou heterossexual. Eu gosto é de boceta”. Em outro momento refere-se a ela como “cuzona”, depois de pedir que atendesse seu celular e avisasse ao amigo que estava numa coletiva. Em seguida, numa conversa em vídeo com o tal amigo, fala sobre ela: “Mano, que ‘ramelona’ essa mina, mas dá um desconto porque ela é gostosinha”.
A repórter, constrangida durante todo o tempo, decidiu denunciar após receber apoio de outros jornalistas que presenciaram. “Quero que nenhuma outra mulher passe por isso, e nem eu, de novo”, falou ao iG. Biel já depôs. O próximo passo é ouvir as testemunhas. Na sequência, o Ministério Público formalizará denúncia à Justiça. O presidente da Warner Music, Serio Affonso, ao saber do ocorrido, entrou em contato com o portal e classificou como “lamentável” e “fora do contexto atual de lutas pelos direitos das mulheres” a postura do artista da gravadora.
                                                             Fonte > http://blogs.ne10.uol.com.br/social1/2016/06/03/biel-e-processado-por-assedio-sexual/

Feministas fazem paródia no YouTube com o hit 'Química' de Biel.

Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php

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                                          Fonte> http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Garoto-propaganda do YouTube fez vídeo ironizando estupro em 2014...

Após críticas de usuários, Whindersson Nunes retirou vídeo em que 'dá dicas' para
mulheres não serem violentadas

Rio - Um dos fenômenos da internet brasileira, o youtuber piauiense Whindersson Nunes - que é garoto-propaganda do Youtube no País - entrou em conflito com internautas nesta sexta-feira. O motivo: na esteira do recente crime de estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro, um vídeo feito pelo youtuber em 2014, com o título "Como não ser estuprada", foi encontrado, relembrado e duramente criticado

Rio - Um dos fenômenos da internet brasileira, o youtuber piauiense Whindersson Nunes - que é garoto-propaganda do Youtube no País - entrou em conflito com internautas nesta sexta-feira. O motivo: na esteira do recente crime de estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro, um vídeo feito pelo youtuber em 2014, com o título "Como não ser estuprada", foi encontrado, relembrado e duramente criticado.
Whindersson fez vídeo em 2014 em que ironizava estupros; usuários descobriram e o criticaram
Foto: Reprodução
No vídeo, apagado na própria sexta-feira pela web celebridade, são feitas piadas de mau gosto com o tema de abuso sexual de mulheres, incluindo a sugestão de as vítimas consentirem o estupro, fingirem realizar sexo oral no criminoso para, então, "contra-atacarem" e morderem o seu órgão sexual.
Além do vídeo, alguns tweets também foram "ressuscitados". Em um deles, o garoto-propaganda diz: "Estupro é uma palavra muito forte, prefiro chamar de sexo surpresa". Tanto o vídeo quanto as declarações de dois anos atrás foram removidos, mas muita gente conseguiu registrar o material e disseminá-lo pela rede.
Revoltados, muitos internautas e até mesmo fãs questionaram e criticaram Whindersson em seus canais oficiais de Twitter e Youtube.
O youtuber, que atualmente estampa anúncios nas grandes metrópoles representando a maior plataforma de vídeos da internet mundial, ficou revoltado com a repercussão que o vídeo ganhou após o estupro coletivo. "Ressuscitar tweets e videos meus com piadas sobre estupro é fácil, quero ver ajudar achar os 33 que fizeram essa barbaridade com a moça", rebateu.
Mais tarde, ele admitiu que estava errado à época do vídeo e que pensa diferente hoje em dia. "E me arrependo, pq eu tenho irmã, tenho mãe, e tenho medo, medo de acontecer com as pessoas que amo", tuitou. 
Depois de toda a polêmica, que ainda rende frutos no Twitter também com outras personalidades que falaram sobre o assunto com pouca cautela, Whindersson resolveu aderir ao movimento #EstuproNaoÉCulpaDaVitima. "Se é para ajudar, ajuda de verdade", disse ele, criticando aqueles que "printaram" suas atividades de anos anteriores que acabaram viralizando.
O Youtube foi procurado pela reportagem do iG para que se posicionasse sobre a conduta do seu garoto-propaganda, mas não houve retorno até o momento desta publicação.
Veja a reação de usuários ao vídeo postado em 2014 por Whindersson:



                                                     Fonte> http://odia.ig.com.br/brasil/2016-05-28/garoto-propaganda-do-youtube-fez-video-ironizando-estupro-em-2014.html

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Documentário sobre mulheres na tecnologia estreia no Youtube

A cineasta Lesley Chilcott lançou ontem seu documentário, chamado CodeGirl, sobre uma competição de ensino médio, voltada para mulheres que pretendem desenvolver seus aplicativos. O documentário estreou no Youtube e ficará disponível gratuitamente na íntegra até 6 de novembro. Ele pode ser visualizado abaixo:

Chilcott realizou o filme em parceria com a iniciativa “Made With Code”, do Google, que compartilha com o filme o objetivo trazer mais mulheres para as áreas de programação e tecnologia. O Facebook, com a iniciativa TechPrep, também tem um objetivo semelhante.
O setor de tecnologia ainda possui um número consideravelmente maior de homens do que mulheres. No Facebook, por exemplo, 68% dos funcionários são homens, contra 32% de mulheres. Na área de tecnologia da empresa, essa discrepância é ainda maior: 84% de homens, contra apenas 16% de mulheres, segundo


  Fonte>http://olhardigital.uol.com.br/noticia/documentario-sobre-mulheres-na-tecnologia-estreia-no-youtube-veja/52654