Em seu último vídeo no YouTube, o vlogger Felipe Neto afirmou que seus ganhos no YouTube caíram 90% após o início do boicote de marcas ao Google.
O ator, que está no YouTube há 7 anos, diz que seus rendimentos (e de outros criadores) têm sofrido uma queda significativa nos últimos dias, além de perder a monetização de seus vídeos.
Seu faturamento, que antes girava em uma média de US$ 1.200 a 2.500 por vídeo, agora atinge índices extremamente menores: entre US$ 100 a 200.
Em março, após uma denúncia do “The Wall Street Journal” de que o YouTube estaria monetizando vídeos com conteúdo ofensivo, a empresa deixou claro que haveria “uma postura mais dura” no cumprimento das regras.
“O time do YouTube está trabalhando arduamente em nossas atuais diretrizes de comunidade para determinar que tipo de conteúdo será permitido na plataforma e não apenas aquele que pode ser monetizado”.
Até o momento, segundo o jornal americano WSJ, mais de 250 anunciantes anunciaram que iriam se afastar da plataforma.
O YouTube lançou nesta quinta-feira, 6, novas medidas para tentar barrar a monetização de canais que fazem um mau uso da plataforma. A partir de agora, canais que não tenham atingido a marca de 10 mil visualizações totais em seu conteúdo não serão capazes de receber dinheiro pelo que produzem. Que fique claro, no entanto: a empresa fala em 10 mil visualizações totais no canal e não por vídeo.
A decisão chega em uma hora em que o YouTube tem sofrido um boicote sério de anunciantes preocupados com o conteúdo que acabam patrocinando sem saber. Porque o serviço usa algoritmos para decidir quais anúncios são exibidos antes dos vídeos e não há uma curadoria manual, muitas marcas acabaram vendo seu dinheiro ir para produtores que publicam material ligado a propaganda política e disseminação de discursos de ódio.
O YouTube, no entanto, anuncia a medida como uma forma de proteger os próprios produtores. A ação teria como objetivo impedir a criação de canais que simplesmente baixam e republicam o conteúdo de outros com o intuito de lucrar em cima do trabalho alheio, roubando visualizações e dinheiro de canais do YouTube, estúdios de cinema e gravadoras.
Ariel Bardin, vice-presidente do YouTube, conta que a marca das 10 mil visualizações será o momento em que a atividade do canal será analisada para verificar se ela está de acordo com as políticas da plataforma. “Se tudo estiver bem, traremos o canal para o YPP (Plataforma de Parceiros do YouTube) e começaremos a exibir anúncios junto ao seu conteúdo.”
“Esse novo limite vai ajudar a garantir que as receitas só vão para os criadores que sigam as regras e também nos ajuda a determinar a validade do canal e confirmar se ele segue as diretrizes da comunidade e as políticas de anúncios”, completa.
Por solidariedade a uma prima que tinha dificuldades em matemática, o americano Salman Khan lançava despretensiosamente em 2006 uma tendência que explodiria na web nos dias atuais. Primeiro, criou um pequeno software para facilitar as lições e os exercícios da aluna. Mas como ela esquecia os conceitos, Salman decidiu gravar vídeos e postar no então recém-lançado Youtube, para que a estudante assistisse sempre que precisasse de uma revisão.
O projeto do YouTube de se tornar uma emissora online está avançando. Segundo The Information, o site de streaming estaria fechando parceria com os canais ESPN, CBS e ABC, além de outras emissoras menores. O projeto Unplugged seria um serviço com mensalidade e pacotes de conteúdo com previsão de lançamento no começo de 2017. Um grande desafio para o YouTube é construir sua audiência, visto que TVs online ainda não deslancharam. Ainda que firmasse parcerias com grandes canais, de certa forma concorreria com eles visto que muitos já oferecem conteúdo pela a internet, como o canal Sling e a própria CBS que oferece serviço de assinatura. Fora a concorrência direta, como o Dish Network e o Hulu.com que lançará o serviço em breve. Um fator que deixa bem clara a dificuldade pela frente é que nem a assinatura do You Tube Red, que oferece conteúdo original e já está disponível em algumas regiões, foi capaz de se firmar e conquistar o público de vez. Por enquanto, o YouTube pretende continuar angariando pessoas que fiquem mais tempo no site para aumentar a renda. Para a CEO da empresa Susan Wojcicki, a TV por assinatura seria o primeiro passo. Talvez o Youtube caminhe para se tornar um concorrente da Netflix.
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Chatbots' são sistemas de inteligência artificial para falar com pessoas. 'Bots' no Messenger ganharam novas funções, como a de enviar GIFs
O Messenger, serviço de bate-papo doFacebook, já conta com cerca de 11 mil robôs, pouco menos de três meses após a rede social abrir a plataforma para desenvolvedores criarem os chamados “chatbots”.
Eles são robôs que usam inteligência artificial para interagir com seres humanos por meio de mensagens.
Assim, podem desde pedir a entrega de uma pizza ou encomendar flores até dar informações sobre um voo e fazer o check-in de um passageiro. Tudo de forma automática.
A informação foi dada por David Marcus, líder da área de Messenger, que, nesta sexta-feira (1º), anunciou a inclusão de novos recursos aos “bots”. Quase 23 mil desenvolvedores já se inscreveram para criar esse tipo de assistente pessoal.
Entre as novidades, está a que envolve as diferentes formas de interação que os “bots” poderão escolher daqui para frente para atender à solicitação de uma pessoa.
Eles poderão enviar GIFs, áudios, vídeos e até arquivos. Alguns, como o Poncho Weather, já mandavam GIFs em suas respostas.
Outra mudança é que os usuários do Facebook poderão dar notas aos “bots” e silenciá-los, da mesma forma como procedem com contatos inconvenientes.
Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php Fonte> http://entretenimento.ne10.uol.com.br/musica/noticia/2016/06/25/feministas-fazem-parodia-no-youtube-com-o-hit-quimica-de-biel-622533.php
Facebook: de acordo as informações, sobre as quais o Facebook não quis se pronunciar, o Notify incluirá conteúdo de veículos de informação impressos
San Francisco - A rede social Facebook se prepara para lançar na próxima semana o Notify, um aplicativo com conteúdo de veículos de informação como o jornal "The Washington Post", a revista "Vogue" e a emissora de televisão "CBS", segundo informações vazadas à imprensa.
O jornal britânico "Financial Times" foi o primeiro a informar sobre o possível lançamento, seguido pela rede de televisão "CNN", entre outros.
De acordo as informações, sobre as quais o Facebook não quis se pronunciar, o Notify incluirá conteúdo de veículos de informação impressos, digitais e empresas que produzem vídeos, como o canal a cabo americano Comedy Central. Entre os parceiros estariam também os sites Mashable e Billboard.
O vazamento das informações sobre o lançamento do aplicativo de notícias para dispositivos móveis surge após a rede social divulgar, nesta semana, que mais de 894 milhões dos cerca de 1 bilhão de usuários que acessam diariamente a rede utilizam o celular para se conectar, sendo então o principal meio de acesso.
Além disso, os anúncios em dispositivos móveis já representam 78% do faturamento publicitário da empresa, que aumentou 45,4% no terceiro trimestre, para US$ 4,3 bilhões.
O celular também tem um protagonismo cada vez maior na distribuição de notícias, embora os veículos de comunicação ainda não tenham sido capazes de atrair volumes significativos de publicidade através desse tipo de dispositivo.
Empresas como Facebook, Twitter e Google tomaram iniciativas para agilizar a distribuição digital do conteúdo, o que poderia provocar um aumento no faturamento publicitário.
O Google anunciou em outubro uma aliança com 30 grandes veículos de comunicação internacionais para criar o primeiro formato universal e de código aberto para publicar e distribuir conteúdo de maneira muito mais rápida pelos dispositivos móveis.
O Twitter introduziu no mês passado o Moments, um projeto editorial que seleciona as notícias mais relevantes na rede social em tempo real.
O aplicativo de compartilhamento de imagens Snapchat lançou em janeiro o Discover, uma função de vídeo que fez sucesso ao atrair publicidade e despertou o interesse sobre o potencial de faturamento não explorado com vídeos em dispositivos móveis.
Em maio, o Facebook inaugurou o Instant Articles, uma aliança entre a empresa e nove grandes veículos de comunicação, entre eles o jornal americano "The New York Times" e o britânico "The Guardian" para distribuir seus conteúdos diretamente através da rede social.
O Facebook compartilha milhares de artigos por dia com o Instant Articles, função desenvolvida para dispositivos móveis e que a empresa introduziu há duas semanas entre todos os usuários de iPhones após meses de testes.
Os parceiros do Facebook na iniciativa têm a opção de incluir publicidade em seus artigos e manter o o faturamento ou permitir que o Facebook venda os anúncios e fique com 30% do valor arrecadado.
O YouTube é o maior serviço de streaming de vídeo do mercado, por isso a companhia se preocupa em constantemente aprimorar a experiência dos seus usuários. Infelizmente a empresa praticamente não lucra com a possibilidade e outras formas de receita da plataforma, desde seu lançamento ela só consegue se pagar, apenas isso. Há pouco foi revelado que será lançado um serviço de assinatura do YouTube, assim como o Netflix.
O diferencial da novidade não será apenas a retirada das propagandas, também haverá alguns conteúdos originais. De acordo com o Recode, no próximo dia 21 de outubro será realizado um evento do YouTube para revelar algumas novidades sobre o conteúdo que estará disponível aos consumidores da versão paga.
Também foi publicado um artigo no The Wall Street Journal, revelando que a nova oportunidade do YouTube ganhará muito mais que canais exclusivos. Possivelmente foi realizada uma parceria com a Warner, 21st Century Fox, Fox Sports, A+E Networks, Comcast, e NBC Universal; alguns programas exclusivos desses canais podem ser exibidos também na nova opção da plataforma. Supostamente a Google também está estudando uma parceria com a Walt Disney; ou seja, cada vez mais a plataforma pode se tornar em um novo tipo de Netflix.
Grupo produziu filme que se tornou viral na internet para chamar a atenção sobre problema das crianças na guerra
Milhões de usuários do YouTube se emocionaram com o falso vídeo do "menino heroi sírio", que consegue resgatar uma pequena menina encurralada por um atirador. Mas um grupo de cineastas noruegueses admitiu ter sido responsável pela produção do vídeo
Eles disseram ao BBC Trending, a seção da BBC que monitora as mídias sociais, que as cenas foram filmadas na ilha de Malta com a intenção de serem apresentadas como se fossem reais.
No vídeo, divulgado na internet, um menino corre em meio a tiros e cai. Segundos depois, se levanta e ajuda uma menina menor a escapar dos projéteis disparados por supostos atiradores.
atiradores.
BBC
Cineastas lançam filme curto sobre a Síria na internet e não deixam claro que é ficção
Veículos de imprensa e internauras acreditaram que o garoto se fingia de morto para realizar o resgate – embora não fique claro se ele chega a ser atingido ou não.
O diretor Lars Klevberg, 34, que mora em Oslo, escreveu o roteiro depois de assistir à cobertura jornalística do conflito na Síria. Ele disse que a intenção da brincadeira deliberada é gerar uma discussão sobre o tema das crianças nas zonas de conflito.
"Se eu conseguisse fazer um filme e o apresentar como se fosse real, as pessoas poderiam compartilhá-lo e reagir com esperança", afirmou.
"Nós filmamos em Malta em maio deste ano, em uma locação que foi usada em filmes famosos, como Tróia eGladiador", afirmou Klevberg.
"O menino e a menina são atores profissionais de Malta. As vozes ao fundo são de refugiados sírios que vivem em Malta."
Cineastas dizem que financiadores aprovaram ideia de fazer filme parecer real
Ativistas e jornalistas chegaram a divulgar uma carta aberta condenando a peça. Eles afirmam, em linhas gerais, que o filme de Klevberg faz com que as imagens reais que denunciam abusos percam credibilidade.
O filme teve quase 8 milhões de acessos, mas na manhã desta terça-feira havia sido retirado do YouTube.
O grupo se orgulha de fazer um filme que potencialmente enganou milhões de pessoas?
"Eu não me senti desconfortável. Publicando um vídeo que poderia parecer autêntico pretendíamos tirar vantagem de uma ferramenta frequentemente usada na guerra: fazer uma filmagem que parece ser real. Queríamos ver se o filme chamaria atenção e causaria debate, principalmente sobre as crianças na guerra."
"Também queríamos ver como a mídia responderia a esse tipo de vídeo." 'Motivações honestas'
A produção recebeu verbas do Instituto de Filmes Norueguês e do Fundo Audiovisual do Conselho de Artes da Noruega.
O instituto forneceu em outubro de 2013 o equivalente a cerca de R$ 107 mil para a produção - um orçamento considerado 'baixo' pela instituição. Leia também: Radicais islâmicos dizem ter decapitado jornalista americano e fazem ameaças Obama confirma assassinato de refém norte-americano por Estado Islâmico
Os cineastas disseram que, ao pedir a ajuda, já haviam deixado claro que pretendiam publicar o vídeo na internet sem esclarecer que se tratasse de uma obra de ficção. Eles também disseram que os financiadores do projeto conheciam e apoiaram suas intenções.
"O fato de crianças sobreviverem aos tiros deveria dar pequenas pistas de que aquilo não era real", disse o produtor, John Einar Hagen.
"Tivemos longas discussões com os financiadores sobre a ética envolvida em fazer um filme como esse."
Para a encarregada de curta-metragens do instituto norueguês de filmes, Ase Meyer, "o filme não foi uma forma cínica de atrair atenção".
"Eles tinham motivações honestas", afirmou.
Meyer disse que ficou "surpresa" por tanta gente acreditar na veracidade da filmagem.
"Quando vejo o filme percebo que o menino é atingido, mas continua correndo. Não há sangue na criança", disse.