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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Justiça libera o aplicativo Secret no Brasil a pedido do Google

Justiça do Espírito Santo voltou atrás e o aplicativo Secret, que permite publicar qualquer mensagem, inclusive ofensivas diretas à pessoas, sem ser identificado, voltou a ser distribuido gratuitamente nas lojas online de apps do Google e da Apple. O recurso em segunda instância teve vitória do Google. A suspensão foi determinada pelo desembargador Jorge Henrique Valle dos Santos, da terceira câmara cível do TJ-ES.
A determinação da remoção foi divulgada em 19 de agosto, em decisão liminar, e obrigou Apple e Google a remover o Secret de suas lojas virtuais e o app Cryptic, para Windows Phone e que tem funcionamento similar, da loja da Microsoft.
O Google recorreu da decisão liminar por meio do Agravo de Instrumento nº 0030918-28.2014.8.08.0024. Já a Microsoft recorreu por meio do Agravo de Instrumento nº 0031238-78.2014.8.08.0024. Os dois recursos foram analisados em sede liminar pelo desembargador convocado Jorge Henrique Valle dos Santos, que ainda não julgou definitivamente o mérito. A decisão passa a valer assim que as partes forem notificadas.
A decisão também determinou, além de determinar a suspensão do aplicativo, que as empresas deviam também remover remotamente os aplicativos dos smartphones das pessoas que já os instalaram. Esse também era um pedido do MP-ES, em ação assinada pelo promotor Marcelo Zenkner. A Justiça fixou multa de R$ 20 mil para cada dia de descumprimento.
Embora Apple e Microsoft tenham acatado a decisão judicial, o Google manteve o app em sua loja.



                                                                      fonte. http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/09/justica-libera-o-aplicativo-secret-no-brasil-pedido-do-google.html

Google leva loja de aplicativos e serviço de análise a Cuba

País alvo de embargo econômico dos EUA recebe Google Play e Analytics.
Em agosto, ilha já havia recebido o Chrome; em junho, executivo fez visita.

A empresa lançou na ilha a Google Play, loja que comercializa aplicativos para o seu sistema operacional, o Android, além de filmes, músicas, livros e outros tipos de conteúdo. Também levou para o país o Google Analytics, ferramenta capaz de mensurar o nível de audiência de serviços na internet.
A chegada desses dois serviços segue outro lançamento realizado pelo Google. Em agosto, a companhia levou a Cuba seu navegador na internet, o Google Chrome. Segundo a consultoria Net Applications, o browser é o segundo mais usado no mundo por computadores, com fatia de 21,25%. Só perde para o Internet Explorer, da Microsoft. Já a Google Play é a loja oficial de mais de 80% dos smartphones do mundo.
Devido ao embargo norte-americano a Cuba, as versões dos serviços do Google não são oferecidas em toda sua potencialidade na ilha. Apenas a versão gratuita do Analytics está disponível e a Google Play hospeda apenas aplicativos gratuitos. Com isso, o Google não poderá faturar com essas ferramentas.
Antes, a companhia já havia levado alguns de seus produtos a outros regimes restritivos, como o Iran, para onde levou o Earth, Picasa e o Chrome, em 2011, e a Sírya, que recebeu os mesmos serviços em 2012.
Em junho, Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, visitou a Cuba. Na ocasião, publicou comentários sobre a ilha em sua conta na rede social Google+. “Cuba tem de abrir sua política econômica e de negócios, e os EUA tem de superar nossa história e abrir mão do embargo. Ambos os países tem de fazer algo que é difícil de fazer politicamente, mas vale a pena ser feito”, escreveu.




                                                              fonte/ http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/11/google-leva-loja-de-aplicativos-e-servico-de-analise-cuba.html