quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

MEGA DA VIRADA SORTEIO DA MEGA DA VIRADA

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Rio Grande do Norte investiga morte por febre amarela urbana

A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte investiga um caso de morte por febre amarela urbana em Natal. A vítima é uma auxiliar de enfermagem, de 53 anos, que morreu em julho passado. De acordo com a Secretaria, a paciente apresentava sintomas parecidos com dengue ou zika, mas as duas doenças foram descartadas nos exames realizados por dois dos principais laboratórios de saúde pública do país - o Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém, e o Instituto Adolfo Lutz (IAL), de São Paulo. A febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e está erradicada desde 1942 no país, segundo o Ministério da Saúde.
"Até o momento ainda não se encontrou uma explicação clara para os resultados iniciais, já que não há histórico de viagens da paciente para áreas endêmicas e não foram detectados outros casos no município", afirma a Secretaria.
A família da auxiliar de enfermagem Rita de Cassia da Silva Santos informou que ela não viajou para nenhum lugar com risco de transmissão de febre amarela.
De acordo com nota da Secretaria de Saúde do estado, "uma das hipóteses é que o exame tenha dado positivo em virtude da paciente ter sido vacinada contra a febre amarela, mesmo há décadas passadas".
A Secretaria está pesquisando o histórico de vacinas da vítima e o Ministério da Saúde estuda a possibilidade de realizar exames laboratoriais mais detalhados.
"Já foram realizadas duas reuniões com a participação da Vigilância Epidemiológica, Centro de Controle de Zoonoses de Natal e o Laboratório Central (Lacen) para definir as próximas ações da investigação, que são: a coleta de insetos e do material biológico dos primatas para pesquisa do vírus", afirmou a Secretaria em nota.
A subcoordenadora de Vigilância Ambiental, Cintia Higashi, considerou o caso "intrigante" e afirmou que as pesquisas prosseguem.                                                                                                              FONTE> http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/rio-grande-do-norte-investiga-morte-por-febre-amarela-urbana/ar-BBo1ylC?li=AAggXC1

Cidade do interior de SP sorteará prêmio a casas sem 'Aedes aegypti'

PRESIDENTE PRUDENTE- Moradores de Castilho, no interior de São Paulo, poderão receber um prêmio de R$ 300 se mantiverem os quintais de suas casas limpos, sem criadouros do mosquito Aedes aegypti. Para incentivar a população, a Secretaria Municipal da Saúde criou a campanha que vai sortear 30 moradores.
Eles participarão de um sorteio marcado para junho do ano que vem. Depois das vistorias nas casas, os agentes de saúde anotam tudo em um caderno relatando as condições que encontraram nas residências. Quem estiver na ficha, com figuras verdes, terá o direito de entrar no sorteio para ganhar os R$ 300.
O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya
USDA/DivulgaçãoRio torna obrigatória a notificação de grávidas com sintomas de zika: O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya© Fornecido por Estadão O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya
"Gostaria de ser sorteada. Seria bom ganhar esse dinheiro para eu comprar a caixa de remédio da minha filha", diz a cozinheira Claudionice Del Negro, de 42 anos.
Ela afirma que mantém a casa limpa. "Meu quintal é limpo, é todo cimentado", afirmou, classificando como "ótima" a iniciativa da prefeitura.
"Quem sabe o povo não se conscientiza, a população quase não colabora", criticou, acrescentando que o combate ao mosquito não depende só da prefeitura.
Fichas. Além das figuras verdes, que apontam quintais sem risco, o ranking da premiação tem também as cores amarela e vermelha. O amarelo indica que algum criadouro foi encontrado. Já o vermelho revela que houve descuido do morador e há larvas do Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chicungunya e do zika vírus.
   FONTE> http://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/cidade-do-interior-de-sp-sortear%C3%A1-pr%C3%AAmio-a-casas-sem-aedes-aegypti/ar-BBo20JG?li=AAggXC1

Casos suspeitos de microcefalia no país chegam a 2.975, mostra boletim

O número de crianças com suspeita de microcefalia no país aumentou para 2.975, segundo boletim divulgado hoje (29) pelo Ministério da Saúde. A pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika.
Os dados são de registros feitos até o dia 26 de dezembro. Ao todo, 656 municípios de 19 estados e do Distrito Federal têm casos sob investigação. Tocantins, Minas Gerais e Mato Grosso apresentaram diminuição de casos. No balanço anterior, divulgado na última terça-feira (22), eram 2.782 os recém-nascidos com suspeita de microcefalia relacionada ao Zika, em 618 cidades de 20 unidades da Federação.
De acordo com o boletim divulgado hoje, Pernambuco, primeiro estado a identificar o aumento de casos de microcefalia no país, continua no topo da lista, com 1.153 casos em investigação, o que representa 38,76% das suspeitas em todo o país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), do Rio Grande do Norte (154), de Sergipe (146), do Ceará (134), de Alagoas (129), do Maranhão (94) e Piauí (51).
Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre deste ano, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.
A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.                                                                                fonte . http://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/casos-suspeitos-de-microcefalia-no-pa%C3%ADs-chegam-a-2975-mostra-boletim/ar-BBo1A9g?li=AAggXC1

Um ano e meio depois, Cantareira sai do volume morto

Após chuvas acima da média nos últimos meses, racionamento e redução do consumo, o Sistema Cantareira voltou a operar no azul um ano e meio após entrar no volume morto. Os reservatórios que compõem o manancial atingiram o índice de 29,3% da capacidade, o suficiente para deixar de captar água da reserva profunda, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), informado nesta quarta-feira, 30.
Mesmo com a recuperação do manancial, que está há mais de dois meses sem sofrer queda, a população deve continuar sofrendo cortes de abastecimento pelo terceiro ano consecutivo. A exploração do Cantareira, atualmente de até 18 mil litros por segundo, permanece limitada à metade da capacidade de produção do sistema, de 35 mil l/s.
Sistema Cantareira teve de ser socorrido no ano passado com o uso do chamado volume morto
Embora o sistema inicie 2016 em uma situação melhor do que a de 2015, quando o nível estava 21% abaixo de zero, a quantidade de água armazenada nas represas ainda é 44% menor do que em janeiro de 2014, ano marcado pela crise hídrica.
Há incertezas sobre o comportamento climático e o atraso nas obras para ampliar o estoque da Grande São Paulo. As projeções, contudo, são mais otimistas agora porque, depois de registrar o ano mais seco da história, o Cantareira encerra o último mês de 2015 com uma entrada de água (52 mil l/s) igual à média histórica de dezembro, o que não acontecia desde julho de 2012. Só em novembro e dezembro, meses em que choveu 15% acima do esperado, o Cantareira somou 130 bilhões de litros, mais da metade dos 220 bilhões de saldo acumulado no ano.
Ao longo de 2015, o Cantareira recebeu o dobro do volume de água de 2014. Entraram cerca de 711 bilhões de litros nos reservatórios, o equivalente a 70% da capacidade do sistema, enquanto que no primeiro ano da crise hídrica foram 357 bilhões. Mas só a chuva seria insuficiente para garantir a recuperação parcial do sistema.
Cálculos feitos pelo Estado a partir de dados da Agência Nacional de Águas (ANA) mostram que se a Sabesp tivesse mantido em 2015 o nível de exploração de água de 2014, o manancial teria perdido 34 bilhões de litros, em vez de ter acumulado 220 bilhões. Com a política de racionamento, a redução do consumo pela população e a exploração de outros sistemas, a companhia retirou 40% menos água do manancial neste ano do que em 2014.
Histórico
Quando o Cantareira passou a depender do volume morto, no dia de 10 de julho de 2014, a Sabesp retirava 22 mil l/s das represas, que recebiam dos rios afluentes apenas 6,4 mil l/s. Só naquele mês, o déficit do sistema foi de 50 bilhões de litros. Já em dezembro de 2015, o saldo foi inverso. Entraram 51,9 mil l/s e saíram 15 mil l/s, um saldo de 98 bilhões de litros.
A primeira cota do volume morto, de 182,5 bilhões de litros, foi adicionada ao cálculo da Sabesp em maio de 2014, o que fez o nível do manancial saltar artificialmente de 8,2% para 26,7%. Cinco meses depois, outra reserva profunda, de 105 bilhões de litros, seria acrescentada. Dessa vez, o sistema subiria de 3% para 13,6%.

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