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sábado, 13 de fevereiro de 2016

DF tem 1º caso de dengue 3 e passa a ter todos os tipos em circulação

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Boletim indica que nº de casos da doença cresceu 49,7% em uma semana.
Uma morte por hemorrágica foi confirmada; três estão sob investigação.

A Secretaria de Saúde confirmou nesta sexta-feira (12) o primeiro caso de dengue tipo 3 no Distrito Federal. Segundo a pasta, o resultado indica que os quatro tipos do vírus estão em circulação na capital do país. O caso foi registrado em Taguatinga, informou a secretaria. Boletim indica que o número de ocorrências confirmadas da doença aumentou 49,7% na última semana, passando de 1.198 para 1.794.

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que a pessoa pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa só pode ter dengue quatro vezes.

“Quanto mais vírus existirem, maior a probabilidade de haver uma infecção”, resume Caio Rosenthal, infectologista e consultor do programa Bem Estar, da TV Globo. Se houvesse só um tipo de vírus, ninguém poderia ter dengue duas vezes na vida.
70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante, levando à morte
Os principais "sinais de alerta" da doença são dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.


                                                   fonte> http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/02/df-tem-1-caso-de-dengue-3-e-passa-ter-todos-os-tipos-em-circulacao.html

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Rio Grande do Norte investiga morte por febre amarela urbana

A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte investiga um caso de morte por febre amarela urbana em Natal. A vítima é uma auxiliar de enfermagem, de 53 anos, que morreu em julho passado. De acordo com a Secretaria, a paciente apresentava sintomas parecidos com dengue ou zika, mas as duas doenças foram descartadas nos exames realizados por dois dos principais laboratórios de saúde pública do país - o Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém, e o Instituto Adolfo Lutz (IAL), de São Paulo. A febre amarela urbana é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti e está erradicada desde 1942 no país, segundo o Ministério da Saúde.
"Até o momento ainda não se encontrou uma explicação clara para os resultados iniciais, já que não há histórico de viagens da paciente para áreas endêmicas e não foram detectados outros casos no município", afirma a Secretaria.
A família da auxiliar de enfermagem Rita de Cassia da Silva Santos informou que ela não viajou para nenhum lugar com risco de transmissão de febre amarela.
De acordo com nota da Secretaria de Saúde do estado, "uma das hipóteses é que o exame tenha dado positivo em virtude da paciente ter sido vacinada contra a febre amarela, mesmo há décadas passadas".
A Secretaria está pesquisando o histórico de vacinas da vítima e o Ministério da Saúde estuda a possibilidade de realizar exames laboratoriais mais detalhados.
"Já foram realizadas duas reuniões com a participação da Vigilância Epidemiológica, Centro de Controle de Zoonoses de Natal e o Laboratório Central (Lacen) para definir as próximas ações da investigação, que são: a coleta de insetos e do material biológico dos primatas para pesquisa do vírus", afirmou a Secretaria em nota.
A subcoordenadora de Vigilância Ambiental, Cintia Higashi, considerou o caso "intrigante" e afirmou que as pesquisas prosseguem.                                                                                                              FONTE> http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/rio-grande-do-norte-investiga-morte-por-febre-amarela-urbana/ar-BBo1ylC?li=AAggXC1

Cidade do interior de SP sorteará prêmio a casas sem 'Aedes aegypti'

PRESIDENTE PRUDENTE- Moradores de Castilho, no interior de São Paulo, poderão receber um prêmio de R$ 300 se mantiverem os quintais de suas casas limpos, sem criadouros do mosquito Aedes aegypti. Para incentivar a população, a Secretaria Municipal da Saúde criou a campanha que vai sortear 30 moradores.
Eles participarão de um sorteio marcado para junho do ano que vem. Depois das vistorias nas casas, os agentes de saúde anotam tudo em um caderno relatando as condições que encontraram nas residências. Quem estiver na ficha, com figuras verdes, terá o direito de entrar no sorteio para ganhar os R$ 300.
O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya
USDA/DivulgaçãoRio torna obrigatória a notificação de grávidas com sintomas de zika: O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya© Fornecido por Estadão O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya
"Gostaria de ser sorteada. Seria bom ganhar esse dinheiro para eu comprar a caixa de remédio da minha filha", diz a cozinheira Claudionice Del Negro, de 42 anos.
Ela afirma que mantém a casa limpa. "Meu quintal é limpo, é todo cimentado", afirmou, classificando como "ótima" a iniciativa da prefeitura.
"Quem sabe o povo não se conscientiza, a população quase não colabora", criticou, acrescentando que o combate ao mosquito não depende só da prefeitura.
Fichas. Além das figuras verdes, que apontam quintais sem risco, o ranking da premiação tem também as cores amarela e vermelha. O amarelo indica que algum criadouro foi encontrado. Já o vermelho revela que houve descuido do morador e há larvas do Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chicungunya e do zika vírus.
   FONTE> http://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/cidade-do-interior-de-sp-sortear%C3%A1-pr%C3%AAmio-a-casas-sem-aedes-aegypti/ar-BBo20JG?li=AAggXC1

Casos suspeitos de microcefalia no país chegam a 2.975, mostra boletim

O número de crianças com suspeita de microcefalia no país aumentou para 2.975, segundo boletim divulgado hoje (29) pelo Ministério da Saúde. A pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika.
Os dados são de registros feitos até o dia 26 de dezembro. Ao todo, 656 municípios de 19 estados e do Distrito Federal têm casos sob investigação. Tocantins, Minas Gerais e Mato Grosso apresentaram diminuição de casos. No balanço anterior, divulgado na última terça-feira (22), eram 2.782 os recém-nascidos com suspeita de microcefalia relacionada ao Zika, em 618 cidades de 20 unidades da Federação.
De acordo com o boletim divulgado hoje, Pernambuco, primeiro estado a identificar o aumento de casos de microcefalia no país, continua no topo da lista, com 1.153 casos em investigação, o que representa 38,76% das suspeitas em todo o país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), do Rio Grande do Norte (154), de Sergipe (146), do Ceará (134), de Alagoas (129), do Maranhão (94) e Piauí (51).
Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre deste ano, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.
A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.                                                                                fonte . http://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/casos-suspeitos-de-microcefalia-no-pa%C3%ADs-chegam-a-2975-mostra-boletim/ar-BBo1A9g?li=AAggXC1