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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Atriz de Chiquinha revela que viúva de Bolaños teve caso com três integrantes de “Chaves”

Maria Antonieta de las Nieves revelou alguns segredos obscuros da vida de Florinda Meza, em entrevista ao programa de TV peruano “Magaly Medina”, no último sábado (6).
A intérprete da personagem Chiquinha, do seriado “Chaves”, contou que a viúva de Roberto Gómez Bolaños teve um caso com o humorista na época em que ele ainda era casado com Graciela Fernández, sua primeira esposa.
Antonieta disse ter ficado triste quando soube que ela estava sendo traída, pois a considerava uma mulher incrível.
“Para mim, foi muito difícil a relação deles. Cada um faz o que quer da sua vida, o que mais lhe agrada, mas quando machucam uma pessoa que você adora, aí sim, dói, e me doeu muito. Ele não merecia uma mulher maravilhosa, íntegra, supercatólica, amante do marido e dos filhos, uma mulher como ela havia muito poucas”, desabafou.
A apresentadora peruana, então, questionou Chiquinha: "Você quer dizer que Florinda Meza se intrometeu em um casamento, afastou o marido da primeira esposa?" Maria Antonieta de las Nieves foi curta e grossa: "Sim".
A atriz revelou ainda que Florinda se relacionou com Carlos Villagrán quando ele também era casado, durante as gravações do programa, no início dos anos 1970, e negou que o ator teria brigado com Bolaños por causa dela.
"Foi antes [de Bolaños]. Nunca os vi discutirem por isso, jamais, porque Quico era muito namorador, ainda que ele também estava casado. Já conheci três ou quatro namoradas de Quico, três esposas."
 
"Quer dizer que Florinda Meza estava com Carlos Villagrán quando estava casado também?", perguntou a apresentadora novamente. "Sim", respondeu a atriz.
E ainda tem mais! Maria Antonieta contou também sobre um terceiro suposto relacionamento de Florinda com o produtor e diretor de “Chaves”, Enrique Segoviano, braço-direito de Bolaños nas gravações.
"Ela também esteve andando com Enrique Segoviano, que era o produtor do programa. Não era casado, era solteiro, mas com ele poderia ter casado", emendou.
Por fim, Chiquinha disse que Florinda protegia demais Roberto Gómez Bolaños, impedindo qualquer aproximação da imprensa e de ex-integrantes do elenco de “Chaves” em seus últimos dias de vida.
"Que maravilha ter encontrado uma segunda mulher que o queria, mas uma mulher que corta a liberdade do marido para tudo deve ser algo muito difícil", lamentou. 
 

domingo, 30 de novembro de 2014

México dá último adeus a Roberto Gómez Bolaños, criador de Chaves e Chapolin

Fãs lotam estádio mexicano para velório de Chespirito

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Milhares de fãs foram ao Estádio Azteca, na Cidade do México, para se despedir do comediante Roberto Gómez Bolaños, criador de personagens como Chaves e Chapolin, que morreu na última sexta, aos 85 anos



                                       FONTE,http://www.msn.com/pt-br/tv/noticias/m%c3%a9xico-d%c3%a1-%c3%baltimo-adeus-a-roberto-g%c3%b3mez-bola%c3%b1os-criador-de-chaves-e-chapolin/ss-BBgajqQ

Velório de criador de Chaves e Chapolin será no estádio Azteca

Roberto Bolaños morreu na sexta-feira aos 85 anos.
Ele tinha saúde 'frágil' e vivia com a esposa Florinda Meza em Cancún.
]
O corpo do artista mexicano Roberto Gómez Bolaños, famoso por ter criado e interpretado os personagens Chaves e Chapolin, será levado para a Cidade do México para que seus fãs possam se despedir de seu ídolo, no domingo (29), no estádio Azteca

.Bolaños morreu na sexta-feira, aos 85 anos, em sua casa no balneário de Cancún, onde se refugiou os últimos anos para diminuir os efeitos de uma insuficiência respiratória e de outras doenças.
 
O ator estava aposentado há dez anos, mas isso não impediu que se adaptasse aos meios de comunicação mais modernos e se tornou um grande fã das redes sociais, tornando-se o mexicano com mais seguidores no Twitter - mais de 6,6 milhões.
Após sua morte, a televisão mexicana emitiu mensagens de luto com um "Obrigado para sempre, Chespirito (seu apelido no México)", como despedida a um comediante que engrandeceu sua história com os personagens da vila do Chaves e as aventuras do heroico Chapolin Colorado.
Enquanto isso, muitos fãs, tanto mexicanos como estrangeiros, estão se aglomerando em frente à casa do comediante, famoso por frases como "foi sem querer querendo" e "palma, palma, não criemos pânico".

Enquanto isso, muitos fãs, tanto mexicanos como estrangeiros, estão se aglomerando em frente à casa do comediante, famoso por frases como "foi sem querer querendo" e "palma, palma, não criemos pânico".
"Era autêntico, engraçado", disse - com o rosto coberto de lágrimas - Sonia, uma turista chilena que chegou até a casa, localizada na região hoteleira de Cancún, após saber da morte do artista.
Sonia contou aos jornalistas que assistia às séries de Bolaños desde os 9 anos e lembrou a sala de aula do Professor Girafales, a vila do Chaves e o barril onde o personagem morava.
O menino pobre do barril, que usava boné com tapa orelhas, foi lembrado por muitas personalidades mexicanas, desde o presidente do país, Enrique Peña Nieto, até seus companheiros de viagem na vila, Édgar Vivar (Senhor Barriga), María Antonieta de las Nieves (Chiquinha) e Rubén Aguirre (Professor Girafales).
"Roberto, não se vá, você permanece em meu coração e nos corações de todos aqueles a quem você levou alegria. Adeus ''Chavinho', até sempre", disse Vivar.
Aguirre, por sua vez, disse estar 'estarrecido' pela morte de quem qualificou como o melhor escritor de comédia da televisão mexicana, enquanto María Antonieta agradeceu Bolaños "por ter feito tanta gente feliz e pelos maravilhosos momentos que compartilhamos no grupo".
Bolaños nasceu em 21 de fevereiro de 1929 na Cidade do México. Era filho de Elsa Bolaños-Cacho, secretária, e Francisco Gómez, pintor, desenhista e cartunista em jornais. Ele estudou engenharia, mas nunca seguiu a carreira.
Começou a trabalhar em uma agência de publicidade aos 22 anos e, muitos outros mais tarde, começou no cargo de roteirista escrevendo para programas de rádio e televisão, além de filmes para o cinema.
O apelido "Chespirito", um diminutivo espanholizado do sobrenome do dramaturgo inglês Shakespeare, foi dado pelo diretor de cinema Agustín Delgado por sua inesgotável imaginação e sua baixa estatura, de pouco mais de 1m60.
Em 1968, conseguiu seu primeiro espaço próprio na TV, de meia hora aos sábados à tarde, onde nasceram suas primeiras séries: "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada" e "El Ciudadano Gómez".
Para o ano de 1970, seu espaço se duplicou com a série "Chespirito", de esquetes de humor. Foi ali que nasceram personagens como Chapolin Colorado e Chaves.
Tanto o personagem do super-heroi como o do menino peralta tiveram tanto sucesso que passaram a protagonizar suas próprias séries. Em 1973, os dois programas já eram exibidos em quase toda a América Latina.
Entre os personagens que criou se destacam o Seu Madruga, a Bruxa do 71, a Chiquinha, Quico, Jaiminho "o Carteiro", o Professor Girafales, o Botijão, assim como a Dona Florinda e Chimoltrúfia, ambas interpretadas por sua esposa, Florinda Meza.
Nesta sexta-feira, a centenas de quilômetros de Cancún, uma vizinha da casa que Bolaños tinha na Cidade do México foi a primeira a se aproximar do local para expressar seu pesar.
"Sinto como se um familiar tivesse morrido e isso não aconteceu comigo com nenhum outro artista", afirmou à Efe a senhora, que preferiu não se identificar e deixou uma mensagem junto a um ramo de crisântemos brancos com os dizeres: "se cada flor significasse um sorriso que o senhor nos presenteou, todas as flores do mundo não seriam suficientes".

                                                                 fotos> http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2014/11/velorio-de-criador-de-chaves-e-chapolin-sera-no-estadio-azteca.html