Mostrando postagens com marcador o Chaves. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o Chaves. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de novembro de 2014

Velório de criador de Chaves e Chapolin será no estádio Azteca

Roberto Bolaños morreu na sexta-feira aos 85 anos.
Ele tinha saúde 'frágil' e vivia com a esposa Florinda Meza em Cancún.
]
O corpo do artista mexicano Roberto Gómez Bolaños, famoso por ter criado e interpretado os personagens Chaves e Chapolin, será levado para a Cidade do México para que seus fãs possam se despedir de seu ídolo, no domingo (29), no estádio Azteca

.Bolaños morreu na sexta-feira, aos 85 anos, em sua casa no balneário de Cancún, onde se refugiou os últimos anos para diminuir os efeitos de uma insuficiência respiratória e de outras doenças.
 
O ator estava aposentado há dez anos, mas isso não impediu que se adaptasse aos meios de comunicação mais modernos e se tornou um grande fã das redes sociais, tornando-se o mexicano com mais seguidores no Twitter - mais de 6,6 milhões.
Após sua morte, a televisão mexicana emitiu mensagens de luto com um "Obrigado para sempre, Chespirito (seu apelido no México)", como despedida a um comediante que engrandeceu sua história com os personagens da vila do Chaves e as aventuras do heroico Chapolin Colorado.
Enquanto isso, muitos fãs, tanto mexicanos como estrangeiros, estão se aglomerando em frente à casa do comediante, famoso por frases como "foi sem querer querendo" e "palma, palma, não criemos pânico".

Enquanto isso, muitos fãs, tanto mexicanos como estrangeiros, estão se aglomerando em frente à casa do comediante, famoso por frases como "foi sem querer querendo" e "palma, palma, não criemos pânico".
"Era autêntico, engraçado", disse - com o rosto coberto de lágrimas - Sonia, uma turista chilena que chegou até a casa, localizada na região hoteleira de Cancún, após saber da morte do artista.
Sonia contou aos jornalistas que assistia às séries de Bolaños desde os 9 anos e lembrou a sala de aula do Professor Girafales, a vila do Chaves e o barril onde o personagem morava.
O menino pobre do barril, que usava boné com tapa orelhas, foi lembrado por muitas personalidades mexicanas, desde o presidente do país, Enrique Peña Nieto, até seus companheiros de viagem na vila, Édgar Vivar (Senhor Barriga), María Antonieta de las Nieves (Chiquinha) e Rubén Aguirre (Professor Girafales).
"Roberto, não se vá, você permanece em meu coração e nos corações de todos aqueles a quem você levou alegria. Adeus ''Chavinho', até sempre", disse Vivar.
Aguirre, por sua vez, disse estar 'estarrecido' pela morte de quem qualificou como o melhor escritor de comédia da televisão mexicana, enquanto María Antonieta agradeceu Bolaños "por ter feito tanta gente feliz e pelos maravilhosos momentos que compartilhamos no grupo".
Bolaños nasceu em 21 de fevereiro de 1929 na Cidade do México. Era filho de Elsa Bolaños-Cacho, secretária, e Francisco Gómez, pintor, desenhista e cartunista em jornais. Ele estudou engenharia, mas nunca seguiu a carreira.
Começou a trabalhar em uma agência de publicidade aos 22 anos e, muitos outros mais tarde, começou no cargo de roteirista escrevendo para programas de rádio e televisão, além de filmes para o cinema.
O apelido "Chespirito", um diminutivo espanholizado do sobrenome do dramaturgo inglês Shakespeare, foi dado pelo diretor de cinema Agustín Delgado por sua inesgotável imaginação e sua baixa estatura, de pouco mais de 1m60.
Em 1968, conseguiu seu primeiro espaço próprio na TV, de meia hora aos sábados à tarde, onde nasceram suas primeiras séries: "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada" e "El Ciudadano Gómez".
Para o ano de 1970, seu espaço se duplicou com a série "Chespirito", de esquetes de humor. Foi ali que nasceram personagens como Chapolin Colorado e Chaves.
Tanto o personagem do super-heroi como o do menino peralta tiveram tanto sucesso que passaram a protagonizar suas próprias séries. Em 1973, os dois programas já eram exibidos em quase toda a América Latina.
Entre os personagens que criou se destacam o Seu Madruga, a Bruxa do 71, a Chiquinha, Quico, Jaiminho "o Carteiro", o Professor Girafales, o Botijão, assim como a Dona Florinda e Chimoltrúfia, ambas interpretadas por sua esposa, Florinda Meza.
Nesta sexta-feira, a centenas de quilômetros de Cancún, uma vizinha da casa que Bolaños tinha na Cidade do México foi a primeira a se aproximar do local para expressar seu pesar.
"Sinto como se um familiar tivesse morrido e isso não aconteceu comigo com nenhum outro artista", afirmou à Efe a senhora, que preferiu não se identificar e deixou uma mensagem junto a um ramo de crisântemos brancos com os dizeres: "se cada flor significasse um sorriso que o senhor nos presenteou, todas as flores do mundo não seriam suficientes".

                                                                 fotos> http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2014/11/velorio-de-criador-de-chaves-e-chapolin-sera-no-estadio-azteca.html

Após rumores de proibição, Carlos Villagrán acompanha missa de Roberto Bolaños; relembre polêmicas

Cerimônia foi realizada no último sábado (29)


Para homenagear Roberto Bolaños, a rede de televisão mexicana Televisa reuniu amigos e familiares do ator em uma capela improvisada em sua sede, na Cidade do México, no último sábado (29), onde foi realizada uma missa. O local ficou cheio e a transmissão foi feita para todo o país.O artista, conhecido por interpretar o personagem Chaves, morreu na última sexta-feira (28), vítima de uma parada cardíaca, e foi velado em sua casa, em Cancún. Só depois é que seu corpo seguiu para a emissora, de onde será transportado ao estádio Azteca para o funeral público.Florinda Meza, esposa do comediante, chegou ao local já pela noite. Também estavam lá os seis filhos de Bolaños, Roberto Gómez Fernández, Marcela, Paulina, Graciela, Cecília e Teresa. Com toda a família no local, o caixão foi recebido com muitos aplausos dos presentes.Um dos momentos mais marcantes da homenagem foi quando os familiares se reuniram para rezar. Juntos, de mãos dadas, eles terminaram com um abraço para mostrar a união que ficou, apesar da falta do patriarca.Intérprete do Sr. Barriga no seriado "Chaves", Édgar Vivar foi um dos convidados para a missa. Ao seu lado, Carlos Villagrán, também do elenco do humorístico - que continua sendo sucesso no SBT -, acompanhou tudo de perto.PolêmicaRumores deram conta de uma proibição ao intérprete de Kiko. Segundo o jornal "La Opinión", Florinda teria vetado a entrada do artista no local do velório, a fim de evitar polêmicas desnecessárias.Isso porque Carlos se manteve distante do ex-colega de trabalho desde o final dos anos 70, quando decidiu deixar o grupo - ele teve um romance com Florinda, mas ela acabou se relacionando com Bolaños em 1977. O casal oficializou a união em 2004.O atrito era tão grande entre eles, que Villagrán chegou a ser vetado de uma homenagem feita pela Televisa ao criador de Chaves e Chapolin, o "América Celebra a Chespirito", em 2012.Apesar da relação conturbada, Kiko não deixou de lamentar a morte de Roberto. "Para ele, todo meu agradecimento, minha tristeza e minha dor", diz um trecho de seu desabafo publicado no Facebook.

Mais sobre famosos em
 
 
                                                          fontes >http://www.msn.com/pt-br/entretenimento/tv/ap%c3%b3s-rumores-de-proibi%c3%a7%c3%a3o-carlos-villagr%c3%a1n-acompanha-missa-de-roberto-bola%c3%b1os-relembre-pol%c3%aamicas/ss-BBg9Ft3
 

sábado, 29 de novembro de 2014

Muito além de ‘Chaves’: Bolaños foi diretor, produtor, compositor e escritor

Ator também criou filmes, peças de teatro e músicas para novelas.
Mexicano morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos, leia perfil.

Roberto Gómez Bolaños nasceu em 21 de fevereiro de 1929, na Cidade do México. Filho de uma secretária, Elsa Bolaños-Cacho Aguilar, e de um desenhista, pintor e ilustrador, Francisco Gómez Linares, ele sempre gostou de escrever e sonhava ser jogador de futebol, mas chegou a cursar engenharia. A vontade de criar, porém, falou mais alto e ele abandonou a faculdade para trabalhar em uma agência de publicidade, onde teve seu primeiro contato com emissoras de rádio e TV.

Na década de 50, já era roteirista da dupla de comediantes Viruta e Capulina e, entre 1960 e 1965, ao mesmo tempo em que se destacava com roteiros de cinema, trabalhava nos dois programas de maior audiência da televisão mexicana, “El estudio de Pedro Vargas” e “Cómicos y canciones”. Bolaños chegou a ser escolhido pelo lendário comediante Cantinflas para criar uma série protagonizada por ele, “El estudio de Cantinflas”, mas o alto custo fez com que o projeto que não saísse do papel.
Foi seu talento como roteirista, aliás, que levou o diretor de cinema Agustín P. Delgado a criar o apelido “Chespirito” (“Pequeno Shakespeare”, em castelhano), pelo qual Bolaños seria conhecido por toda a vida.
Em 1968, ele ganhou um espaço considerado nobre nas tardes de sábado e estreou oficialmente como ator no programa “Los supergenios de la mesa cuadrada”, que tinha meia hora de duração e satirizava telejornais, e onde apareceu pela primeira vez como Doutor Chapatin. No elenco estavam também Ramón Valdés, Rubén Aguirre e Maria Antonieta de las Nieves, que mais tarde se tornariam famosos por interpretar Seu Madruga, Professor Girafales e Chiquinha em “Chaves”.
Com uma audiência cada vez maior, novos quadros começaram a surgir, e, em 1970, o ator apareceu pela primeira vez com seu uniforme vermelho no papel do atrapalhado super-herói Chapolin Colorado, sucesso imediato. No ano seguinte, já com mais de 40 anos de idade, Bolaños passou a interpretar um garoto pobre que se escondia em um barril no pátio de uma vila. “Chaves” se tornaria não apenas o personagem mais famoso do artista, mas também um ícone mexicano e do humor mundial.
A essa altura, “Los supergenios de la mesa cuadrada”, que havia mudado de nome e agora se chamava “Chespirito”, era pequeno demais para Chaves e Chapolin. Em 1971 ambos já eram donos de suas próprias séries.
“Chapolin” se tornou o primeiro seriado mexicano a ser vendido para outros países, e “Chaves” seguiu o mesmo caminho. Ao longo de quatro décadas, os programas foram exibidos em mais de 90 países, sendo Cuba o único em toda a América Latina a não exibi-los. Dublado em dezenas de idiomas, foi sucesso também nos Estados Unidos e em países da África e Europa. No Brasil, os personagens chegaram em 1984, através do SBT. Ainda hoje, “Chaves” é considerado um dos maiores trunfos da emissora, que já o exibiu inclusive em seu horário nobre e guarda episódios inéditos no país.
Em 1977, encerrou seu casamento com Graciela Fernández Pierre, mãe de seus seis filhos, e passou a viver com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda de “Chaves”. No mesmo ano começou a excursionar internacionalmente com o elenco da série. Reproduzindo esquetes e cantando músicas temáticas dos personagens, eles lotaram estádios em países como Argentina e Chile e fizeram duas apresentações seguidas, ambas com ingressos esgotados, no Madison Square Garden, em Nova York, em 1983

Os problemas com os colegas, porém, começaram ainda no final da década de 70. O primeiro ator a deixar a série foi Carlos Villagrán. Em 1978, ele foi autorizado por Bolaños a usar a imagem de Quico em um espetáculo solo, mas o processou mesmo assim, alegando ser o criador do personagem.
Após perder a ação, Villagrán disse que saiu do programa por “ciúmes e inveja” entre os ex-colegas. Outra versão é de que os dois atores teriam brigado por que, antes de viver com Bolanõs, Florinda Meza teria tido um relacionamento romântico com Villagrán. O clima já não era bom quando o ator participou de seu último episódio, considerado um dos grandes clássicos da série, em que os personagens fazem uma viagem de férias a Acapulco.
No ano seguinte foi a vez de Ramón Valdés, o Seu Madruga, deixar o programa por motivos pessoais não revelados. Ele chegou a voltar, em 1981, mas em 1982 passou a trabalhar com Villagrán em outros projetos. Valdés morreu em agosto de 1988, de câncer no estômago.
Em 1978, Roberto Bolaños recebeu um convite para levar seus personagens mais conhecidos ao cinema, mas não aceitou. Em vez de Chaves ou Chapolin, ele escreveu o roteiro e atuou, ao lado de diversos colegas de suas séries, na comédia “El chanfle”. O filme foi um enorme sucesso de bilheteria no México e ganhou uma continuação, dirigida por ele, dois anos depois.
O último episódio de “Chapolin” foi produzido em 1979, e o de “Chaves” foi ao ar, no México, em janeiro de 1980. Os personagens, porém, voltariam a aparecer em outro programa de Bolaños, “Chespirito”, que no Brasil foi exibido como “Clube do Chaves”. Apenas em 1992 o ator aposentou os dois personagens, alegando estar muito velho para continuar, embora “Chespirito” tenha sido produzido até 1995.
Anos após o fim das séries, uma nova disputa judicial. Desta vez a briga foi com Maria Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha. As discussões sobre o direito de uso da personagem duraram anos, até que Maria Antonieta conseguiu, já nos anos 2000, autorização para se apresentar como Chiquinha nos shows de seu circo. Em visitas ao Brasil, a atriz revelou em programas de TV que durante muito tempo tentou falar com o antigo colega para fechar um acordo, mas não teve retorno.
Embora seja reconhecido principalmente por seu trabalho na TV, Roberto Bolaños também tem um extenso currículo cinematográfico, tendo sido produtor de pelo menos seis filmes e roteirista de mais de 20, de acordo com perfis em seu site oficial e no IMDb. Um lado ainda menos conhecido é o de compositor. Muitos de seus fãs não sabem que ele é o autor de músicas usadas não apenas em suas séries, mas também em filmes e algumas novelas da emissora mexicana Televisa.
Bolaños escreveu ainda seis peças teatrais, entre elas o musical “Títeres” e “11 y 12”, que permaneceu em cartaz por sete anos consecutivos e foi reencenada diversas vezes, com diferentes elencos. É também autor de três livros. O primeiro, “Poemas y um poco más”, foi lançado em 2003. Em 2005 foi a vez de uma autobiografia, “O diário do Chaves” e, no ano seguinte, publicou “Sem querer querendo”.
Em 2011, apesar de já bastante debilitado e de raramente participar de eventos, ele criou um perfil no Twitter, alcançando mais de um milhão de seguidores em menos de dois meses. Em novembro  de 2014, o número já passava dos seis milhões. Na rede social, compartilhava fotos antigas, agradecia aos fãs pelas mensagens de carinho e chegou a promover um Twitcam, que reuniu 40 mil usuários.


                        fonte>http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2014/11/muito-alem-de-chaves-bolanos-foi-diretor-produtor-compositor-e-escritor.html


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Amigo de Pelé, torcedor do América e 'perna de pau', ator de 'Chaves' morre aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira o ator mexicano Roberto Gomez Bolaños, aos 85 anos, segundo o canal Televisa. Ele ficou famoso pelos personagens "Chaves" e "Chapolin Colorado", do seriado exibido até hoje pelo canal SBT. A causa da morte não foi divulgada.
Bolaños era fã incondicional de futebol. Torcedor fanático do América do México, sempre colocava referências esportivas nos episódios do programa, e até estrelou um filme, chamado El Chanfle, no qual era roupeiro se seu clube de coração.
O ator também era fã e amigo de Pelé, a quem considerava seu maior ídolo no esporte. Certa vez, eles falarma por telefone, e aí teve início a amizade.
"Pelé, meu ídolo máximo, me ligou! Eu achei que era um trote dos companheiros de produção, mas atendi e era ele de verdade. Infelizmente não pudemos fazer o que ele queria, que era um filme com o 'Chaves', mas eu havia prometido que 'Chaves' seria para TV, e não cinema. Imagina minha cara naquela tela gigante! Mas ficamos muito amigos, e eu fiquei muito orgulhoso. Contava para todos: 'Sabe quem me ligou? O Pelé!", contou Bolaños, à RedeTV!.
Já em entrevista à Rádio ESPN durante a Copa do Mundo, o ator Edgar Vivar, que interpretava o "Seu Barriga" no seriado, também falou sobre a paixão de Roberto pelo futebol, apesar de confessar que o amigo era um "perna de pau" na hora que vestia as chuteiras.
"Roberto era um fã enorme de futebol. Sempre falava  mal dos árbitros no seriado, dizia que eram ladrões. Mas ele não jogava muito bem, não", contou o ator, aos risos.
Outro atleta que Bolaños adorava era o atacante Enrique Borja, que atuou pela seleção mexicana nas Copas de 1966 e 1970 e atuou durante praticamente toda a carreira no América. Sempre que jogava bola com Kiko no pátio da vila, Chaves dizia ser Borja.
O comediante, conhecido como "Chespirito" no México, estava com a saúde debilita desde 2012, quando foi internado por uma insuficiência respiratória. Ele passou seus últimos meses isolado com sua família em Cancún, mas veio a falecer nesta sexta-feira.

http://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol/amigo-de-pel%c3%a9-torcedor-do-am%c3%a9rica-e-perna-de-pau-ator-de-chaves-morre-aos-85-anos/ar-BBg6zmz
                      fonte ;

Famosos lamentam a morte de Roberto Bolaños, o Chaves

Ator faleceu nesta sexta-feira (28), no México


O eterno Chaves, Roberto Bolaños, morreu nesta sexta-feira (28), em sua casa em Cancún, no México.
A rede de televisão Televisa anunciou a morte do ator, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.
Nas redes sociais, os famosos repercutiram o falecimento do mexicano. Confira tudo nas próximas páginas.

Adeus > VC FEZ PARTE DA MNHA VIDA

                                   fonte , http://www.msn.com/pt-br/?pc=AV01

Morre Roberto Bolaños, o Chaves, aos 85 anos

Morreu nesta sexta-feira (28), aos 85 anos, o ator mexicano Roberto Bolanõs, famoso mundialmente por interpretar diversos personagens de sucesso, entre eles o Chaves.
O artista estava em sua casa, em Cancún, no México. A informação foi divulgada pela rede de televisão mexicana Televisa.
O estado do humorista já era bastante instável e ele vinha enfrentando diversos problemas de saúde nos últimos anos. Bolaños sofria de uma doença congênita que enfraquece a audição e o equilíbrio, e dependia de uma cadeira de rodas para se locomover.
A morte do humorista gerou grande comoção entre os inúmeros fãs brasileiros e repercutiu rapidamente pela internet. O seriado Chaves, exibido à exaustão pelo SBT desde 1984 e que é caracterizado por seu humor ingênuo e sem apelo sexual, continua a marcar altos pontos de audiência para o canal de Silvio Santos, mesmo décadas depois de sua estreia.
Para homenagear esse grande humorista, que fez parte da infância de muitos brasileiros, o Famosidades preparou uma retrospectiva da vida profissional e pessoal de Roberto Bolaños.
Confira nas próximas páginas!.

Morreu nesta sexta-feira (28), aos 85 anos, o ator mexicano Roberto Bolanõs, famoso mundialmente
por interpretar diversos personagens de sucesso, entre eles o Chaves



                                   fonte. http://www.msn.com/pt-br/entretenimento/galeria/morre-roberto-bola%c3%b1os-o-chaves-aos-85-anos/ss-BBg6O3m