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sábado, 7 de novembro de 2015

MPE investiga se obra em barragem pode ter causado ruptura

BELO HORIZONTE - O Ministério Público Estadual vai concentrar as investigações sobre a ruptura da barragem da mineradora Samarco em Bento Rodrigues, distrito de Mariana, no possível descumprimento de normas técnicas na manutenção da estrutura pela empresa. A informação é do promotor Carlos Eduardo Ferreira Pinto, coordenador de Meio Ambiente do MPE. 
O inquérito civil público para apurar os motivos do rompimento da barragem foi instaurado na quinta-feira, data do desastre, e tem 30 dias para ser concluído. "A barragem estava em processo de alteamento (levantamento para aumentar capacidade). Isso pode ter influenciado na ruptura", pontuou o promotor, se referindo à linha de investigação que será adotada pelo MPE.
Duas barragens se romperam em Mariana (MG). O distrito de Bento Rodrigues foi invadido pela lama

                                      Fonte>http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/mpe-investiga-se-obra-em-barragem-pode-ter-causado-ruptura/ar-CC2TvR?li=AAaB4xI

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O aplicativo do Facebook está acabando com a bateria do seu celular

A única maneira de fazer com que o app pare de drenar a bateria é deleta-lo

De acordo com o Tech Insider, o aplicativo do Facebook tem um problema gravíssimo: ele está matando as baterias dos celulares. E, a não ser que você desista de tê-lo instalado (fora de cogitação para a maioria das pessoas), não há nada que você possa fazer.
Acontece que o aplicativo da rede social foi programado para rodar no plano de fundo constantemente, mesmo que você acione a opção “forçar parada” no seu smartphone.
        

                                            fonte,http://startse.infomoney.com.br/portal/2015/10/16/14409/o-aplicativo-do-facebook-est-acabando-com-a-bateria-do-seu-celular/

domingo, 19 de julho de 2015

Pelé faz cirurgia na coluna e passa bem, diz hospital

O ex-jogador Pelé, de 74 anos, passa bem após ser operado para aliviar dores na coluna, segundo Boletim médico divulgado na tarde deste sábado, 18, pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A cirurgia foi feita na última terça-feira, 14, um dia depois de o ex-atleta dar entrada na unidade do Morumbi.
"O paciente internou-se na Unidade Morumbi em 13 de julho para ser submetido a um procedimento cirúrgico previamente programado de cirurgia em coluna lombar para descompressão de raiz nervosa (estenose foraminal). A cirurgia aconteceu no dia 14 de julho sem intercorrências e o pós-operatório ocorre dentro da normalidade esperada", diz o boletim.
Em maio, Pelé ficou internado no mesmo hospital quando foi submetido a um procedimento cirúrgico na próstata, chamado de ressecção transuretral. Em dezembro de 2014, o ex-jogador esteve no hospital por duas vezes, primeiro para retirar cálculos renais e depois para tratar uma infecção urinária.

fonte,http://atarde.uol.com.br/esportes/noticias/1697913-pele-faz-cirurgia-na-coluna-e-passa-bem-diz-hospital

segunda-feira, 30 de março de 2015

Defendido pelo PT, financiamento de campanha 100% público só existe em um país

Em meio ao escândalo de corrupção na Petrobras (de onde recursos teriam sido desviados para financiar partidos), o PT defende hoje que as campanhas eleitorais sejam financiadas 100% por dinheiro público.
O sistema só existe em um lugar do mundo, o Butão, país que apenas em 2008 deixou de ser uma monarquia absolutista e realizou suas primeiras eleições.
Mas o financiamento público de partidos e/ou candidatos, em pequena ou larga escala, é adotado em 118 países, de acordo com um monitoramento realizado pelo Instituto Internacional pela Democracia e Assistência Eleitoral (Idea, na sigla em inglês). Em alguns deles, como México, Colômbia, Itália e Espanha, chegam a representar mais de 80% dos gastos das campanhas.
No Brasil, os partidos têm acesso a doações privadas e a recursos públicos - prevendo dificuldades de obter financiamento de empresas após a Operação Lava Jato, senadores e deputados decidiram triplicar a verba do fundo partidário neste ano, para R$ 867,56 milhões, há duas semanas.
Mas quais as vantagens e desvantagens de aumentar o financiamento público no Brasil? A BBC Brasil preparou um guia sobre o assunto. Confira abaixo.

Qual o princípio do financiamento público?

O objetivo do financiamento público é contrabalancear - ou mesmo anular - a influência do poder econômico nas eleições. Os defensores de um modelo majoritariamente ou totalmente público argumentam que doações privadas desvirtuam a democracia, pois as grandes corporações são muito mais ricas que os indivíduos e, assim, têm mais recursos para influenciar nas eleições.
O PT defende que o financiamento seja exclusivamente público, ou seja, que nem mesmo pessoas físicas possam doar. A proibição de doações de empresas também é defendida por centenas de movimentos sociais (como UNE, CUT e MST) que integram a Campanha pela Constituinte - proposta de convocação de um Assembleia exclusiva para votar uma reforma política. Mas não há consenso entre eles sobre doações de pessoas físicas.
"Para nós, o financiamento privado é a base da corrupção. Empresas de diversos setores financiam os políticos e depois cobram seus interesses no Congresso. Isso é totalmente antidemocrático porque o voto da empresa passa a valer mais que o do eleitor", afirma Paola Estrada, integrante da coordenação nacional da campanha.

Quais seriam as desvantagens?

Entre os defensores do financiamento público, há também quem aponte potenciais riscos nesse modelo. Para o Instituto Internacional pela Democracia e Assistência Eleitoral (Idea, na sigla em inglês), uma dependência excessiva de recursos públicos pode levar os políticos e seus partidos a se afastarem da sociedade.
"Quando administrado e distribuído de forma adequada, o financiamento público dos partidos políticos pode ser um bom contrapeso para doações privadas e também pode aumentar o pluralismo político. No entanto, os partidos políticos não devem perder o contato com seus eleitores, ou tornar-se excessivamente dependentes de financiamento público", nota um documento de janeiro do instituto.
O diretor da área de Partidos Políticos do Idea, Sam van der Staak, defende um modelo que equilibre recursos públicos e doações de membros dos partidos, empresas e pessoas físicas - limitadas a um teto baixo, para evitar que um grupo tenha mais peso que outro.

Como distribuir os recursos?

Outro risco do modelo de financiamento essencialmente público é dar pouco espaço para o surgimento e crescimento de novos partidos, na medida em que a distribuição dos recursos tende a ser proporcional ao tamanho das bancadas no Congresso.
Por outro lado, dividir igualmente também não é considerada a melhor maneira de distribuição. "Essa abordagem (divisão igualitária) cria o risco de que partidos sejam criados apenas para obter financiamento do Estado. Além disso, também pode ser um desperdício significativo usar recursos públicos para apoiar partidos e candidatos que não têm nenhum apoio entre o eleitorado", nota o relatório do Idea.
A opção para contornar isso, aponta o instituto, é repartir parte dos recursos públicos igualmente e parte proporcionalmente. Manter a possibilidade de doações de pessoas físicas ou mesmo de empresas, sob um limite baixo, é também uma forma de permitir que o financiamento eleitoral tenha mais dinamismo.
No Brasil, a distribuição de recursos públicos via fundo partidário se dá da seguinte forma: 5% são repartidos igualmente entre os 32 partidos existentes, e 95% são distribuídos na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados.
 
 fonte:http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/defendido-pelo-pt-financiamento-de-campanha-100percent-p%c3%bablico-s%c3%b3-existe-em-um-pa%c3%ads/ar-AAacK6I