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terça-feira, 14 de junho de 2016

Atirador frequentou boate por anos antes de atacá-la, dizem testemunhas.

Testemunhas e frequentadores regulares da boate Pulse afirmaram nesta segunda-feira (13) à imprensa americana terem visto Omar Mateen, 29, outras vezes na casa noturna e em aplicativos de encontros gays.
Na madrugada do último domingo (12), ele entrou com um fuzil AR-15 e uma pistola na boate, matou 49 pessoas e deixou outras 53 feridas. A ação foi o maior ataque a tiros da história recente dos Estados Unidos.
Em entrevista ao jornal "Orlando Sentinel", Ty Smith afirma que chegou a ver Mateen dentro da boate pelo menos 12 vezes. Segundo ele, o atirador entrava na boate e ficava bebendo sozinho em um canto da pista.
"Outras vezes ele ficava tão bêbado que ficava estridente e agressivo. Não falava muito com ele, mas lembro de coisas como o que ele falava sobre o pai e sobre ter mulher e uma filha", disse Smith
Cord Cedeno e Chris Callen também afirmam terem sido testemunhas destes momentos de agressividade de Mateen dentro da Pulse. "Certamente era ele. Ele frequentava a balada há anos e as pessoas o conheciam", disse Cedeno.
Outro frequentador da Pulse, Kevin West, disse ao "Los Angeles Times" que ele trocou mensagens com o atirador por um ano no aplicativo gay Jack'd. Ele afirma nunca ter se encontrado pessoalmente com Mateen.
"Quando ele falou comigo pela primeira vez, me perguntava sobre as melhores baladas e lugares para ir. E eu lembro de ter dito a ele que bastava olhar na internet, porque eu não saio muito", disse.
No entanto, reconheceu o atirador quando ele entrou na boate por volta de 1h de domingo, uma hora antes do ataque. West disse ainda que ele tomou uma bebida antes de sair e invadir de novo a casa noturna com as armas.
Na manhã de domingo (13), ele mostrou as mensagens trocadas para o FBI. Questionado pela imprensa, o chefe de polícia de Orlando, John Mina, disse não ter conhecimento deste histórico do atirador.
De acordo com a imprensa americana, agentes do FBI investigam se o atirador pensava em fazer o ataque em outros locais que visitou -dentre eles, o Walt Disney World Resort, o maior parque temático da cidade, em abril. Com informações da Folhapress.

                      Fonte> http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/atirador-frequentou-boate-por-anos-antes-de-atac%C3%A1-la-dizem-testemunhas/ar-AAh0so2?li=AAggXC1

domingo, 6 de dezembro de 2015

Suspeita de ataque jurou lealdade ao EI no Facebook, dizem investigadores

Ataque em San Bernardino deixou 14 mortos na quarta-feira (2).
Até o momento, a motivação dos suspeitos é desconhecida.

O tiroteio na quarta-feira (2) em San Bernardino, na Califórnia, que deixou 14 mortos e 21 feridos no Inland Regional Center, uma instituição que atende "pessoas com deficiências de desenvolvimento", é o mais mortal nos últimos três anos nos Estados Unidos.
Investigadores ouvidos pela imprensa americana acreditam que a mulher que participou do tiroteio na Califórnia, Tashfeen Malik, publicou no Facebook uma mensagem em que disse ser leal ao líder do grupo
Um funcionário americano de alto escalão próximo à investigação disse que Malik utilizou uma conta com outro nome noFacebook. Os funcionários não explicaram como chegaram à conclusão de que Malik era a autora da publicação, afirma a rede CNN.
O jornal "New York Times" complementa que não há evidência de que ela tenha sido comandada pelo grupo terrorista, segundo as fontes que não quiseram se identificar porque a investigação está em andamento.
A agência de notícias Reuters informa, de acordo com duas fontes paquistanesas, que Malik é da província do Punjab, no Paquistão, e se mudou para a Arábia Saudita há 25 anos, mas voltou para a sua casa há 5 ou 6 anos para concluir os estudos para se tornar farmacêutica. Além disso, a agência diz que um membro da família da suspeita foi contactado pelo serviço de inteligência do Paquistão como parte das investigações sobre o tiroteio na Califórnia. 

Ainda segundo a Reuters, Tashfeen e Farook passaram algum tempo destruindo discos rígidos de computadores e outros aparelhos eletrônicos antes de lançarem o ataque de quarta-feira, de acordo com uma fonte do governo dos EUA.
Os investigadores também apuram um relato de que Farook havia se envolvido em uma discussão com um colega de trabalho que denunciou os "perigos inerentes do Islã", disse uma fonte do governo norte-americano.
                                      fonte< http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/12/suspeita-de-ataque-nos-eua-jurou-lealdade-ao-ei-no-facebook-diz-imprensa.html

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Estado Islâmico ameaça ataque a Washington em novo vídeo

O Estado Islâmico afirmou em novo vídeo publicado na internet nesta segunda-feira que países responsáveis por bombardeios na Síria vão enfrentar o mesmo destino da França, em referência aos atentados coordenados em Paris na sexta-feira que deixaram pelo menos 132 mortos.
O grupo extremista ameaçou um atentado a Washington.
“Nós dizemos aos países que participam na campanha cruzada que, por Deus, vocês terão um dia de vontade divina, como a França e, por Deus, como nós atingimos a França no centro da sua morada em Paris, então, nós juramos que vamos atacar a América no centro, em Washington”, diz um dos jihadistas no vídeo.
A autenticidade do vídeo ainda não foi confirmada.

 fonte>http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/estado-isl%C3%A2mico-amea%C3%A7a-ataque-a-washington-em-novo-v%C3%ADdeo/ar-BBn4hbz?li=AAaB4xI

Ataques terroristas em Paris: o mundo presta homenagens às vítimas

Enquanto a cidade de Paris procura se reerguer após os ataques da última sexta-feira, o mundo presta homenagens às vítimas. A França decretou três dias de luto oficial e, em todo o mundo, pontos turísticos receberam as cores vermelha, azul e branca da bandeira francesa.
Na foto, o príncipe Alberto de Mônaco e a princesa Charlene homenageiam as pelo menos 120 vítimas com um minuto de silêncio nesta segunda (13)


Fonte> http://www.msn.com/pt-br/noticias/fotos/ataques-terroristas-em-paris-o-mundo-presta-homenagens-%C3%A0s-v%C3%ADtimas/ss-BBn4enj

domingo, 15 de novembro de 2015

Três atentados em um mês: qual a força atual do 'Estado Islâmico'?

O grupo autodenominado "Estado Islâmico", que assumiu a autoria dos atentados que deixaram pelo menos 129 pessoas mortas em Paris, despontou na cena internacional em 2014, quando conquistou grande parte do território da Síria e do Iraque.
Nas últimas semanas, porém, o grupo aumentou seu escopo de ações e assumiu a autoria de grandes ataques internacionais: a derrubada de um avião no Egito, bombardeios em Beirute e, agora, atentados em Paris.
Os ataques ocorrem no momento em que o grupo está sendo atacado por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos, com efeitos sobre os territórios controlados pelo grupo no Oriente Médio.
Veja abaixo cinco questões sobre a atual força do grupo extremista.

Qual o tamanho do território controlado pelo EI?

Em setembro de 2014, o então diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Matthew Olsen, disse que o EI controlava grande parte da bacia dos rios Tigre e Eufrates - uma área do tamanho do Reino Unido, com cerca de 210 mil quilômetros quadrados.
Sete meses depois, militares americanos disseram que o "Estado Islâmico" perdeu cerca de um quarto de seu território no Iraque - equivalente a entre 13 mil e 15 mil quilômetros quadrados - mas que sua área de influência na Síria continuava a mesma, com perdas em outras áreas compensadas com ganhos em outras.
Mas esses dados não necessariamente refletem a situação em terra. Na verdade, militantes do EI exercem controle absoluto apenas sobre uma pequena parte deste território, que inclui cidades e vilarejos, ruas principais, campos de petróleo e instalações militares.

Eles têm liberdade de movimento nas vastas áreas inabitadas fora do que o Instituto para Estudos da Guerra chama de "zonas de controle", mas ele teriam dificuldades se fossem forçados a defendê-las de uma ofensiva.
Também não há informações precisas sobre o número de pessoas que vivem atualmente em áreas sob controle total ou parcial do EI na Síria e no Iraque. Em março de 2015, o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha estimou-as em cerca de 10 milhões.
Nas áreas em que o EI implementou sua rígida interpretação da sharia (lei islâmica), mulheres são forçadas a usar véus completos, decapitações públicas são comuns e não muçulmanos são forçados a escolher entre pagar um imposto especial, se converter ou morrer.
E os alvos fora da Síria?
Nas últimas semanas, o EI começou a reivindicar autoria de ataques fora de seu território. Um grupo egípcio ligado ao EI, a Província do Sinai, disse que derrubou um avião de passageiros na península do Sinai, matando as 228 pessoas a bordo.
Eles não deram detalhes sobre o ataque, mas Reino Unido e Estados Unidos disseram que provavelmente a queda da aeronave foi causada por uma bomba.
O "Estado Islâmico" também diz ser autor de explosões simultâneas na capital do Líbano, Beirute, que deixaram 41 pessoas mortas. Militantes do movimento libanês Hezbollah estão lutando na vizinha Síria ao lado do presidente Bashar al-Assad, inimigo do EI.
E agora, pelo menos 129 pessoas morreram em uma onda de ataques em Paris. O "Estado Islâmico" disse estar por trás da onda de violência, e o presidente da França, François Hollande, descreveu os atentados como um "ato de guerra".
Quantos combatentes o 'Estado Islâmico' tem?
Em fevereiro de 2015, o diretor de Inteligência Nacional dos EUA, James Clapper, disse que o EI poderia reunir "algo entre 20 mil e 32 mil militantes" no Iraque e na Síria.
Mas ele ressaltou que houve uma "desistência substancial" em suas frentes desde o início dos ataques da coalizão liderada pelos EUA em agosto de 2014. Em junho de 2015, o vice-secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que mais de 10 mil combatentes do EI haviam sido mortos.
Para diminuir os efeitos das perdas humanas, o EI teria recorrido à conscrição obrigatória em algumas áreas.
Mas um grande número de combatentes não é nem iraquiano nem sírio. Em outubro de 2014, o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Nicholas Rasmussen, disse ao Congresso americano que o grupo havia atraído mais de 28 mil combatentes estrangeiros. Pelo menos 5 mil seriam ocidentais.
De onde vem o dinheiro do grupo?
Acredita-se que o "Estado Islâmico" seja o grupo extremista mais rico do mundo. Inicialmente, eles dependiam da riqueza de doadores privados e instituições de caridade islâmicas no Oriente Médio que desejavam retirar Assad do poder. Apesar de este dinheiro ainda ser usado para financiar a ida de combatentes estrangeiros para a Síria, o grupo consegue se financiar sozinho.
O Tesouro americano estimou, em 2014, que o EI poderia ganhar US$ 100 milhões por semana com a venda de petróleo cru e produtos refinados para intermediários que os contrabandeavam para a Turquia e o Irã, ou os vendiam para o governo da Síria.
Mas acredita-se que ataques aéreos contra a infraestrutura petroleira impactaram essa renda.
O pagamento de resgate de sequestros também gerou cerca de US$ 20 milhões para o EI no ano passado. Mas o grupo também arrecada milhões de dólares por mês extorquindo pessoas que vivem em áreas sob seu domínio, além de realizar roubos e saques.                                                                              
Minorias religiosas são obrigadas a pagar um imposto especial. O EI também lucra com roubos a bancos, venda de antiquidades e ao roubar e controlar a agricultura e criação de animais.
Mulheres e garotas sequestradas também são muitas vezes vendidas como escravas sexuais.

Qual o objetivo do EI?

Em junho de 2014, o EI declarou oficialmente o estabelecimento de um "califado" - um Estado governado segundo a sharia, pelo representante de Deus na Terra, o califa.
O EI pediu que muçulmanos pelo mundo jurassem fidelidade a seu líder - Ibrahim Awad Ibrahim al-Badri al-Samarrai, mais conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi - e migrasse para o território sob seu controle.
O "Estado Islâmico" também disse que outros grupos jihadistas pelo mundo deveriam aceitar sua suprema autoridade. Muitos já o fizeram - entre eles, vários ramos da rival al-Qaeda.
O grupo afirmou que viu com bons olhos a possibilidade de enfrentar diretamente a coalizão liderada pelos EUA, vendo isso como um anúncio do confronto do fim os tempos entre muçulmanos e inimigos descrita em profecias apocalípticas islâmicas.
O grupo afirma que seu objetivo é erradicar obstáculos para restaurar a ordem de Deus na Terra e defender a comunidade muçulmana contra infiéis.                                                                                     http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/tr%C3%AAs-atentados-em-um-m%C3%AAs-qual-a-for%C3%A7a-atual-do-estado-isl%C3%A2mico/ar-BBn0mUp?li=AAaB4xI


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Francês, 29 anos e com passagem pela polícia: conheça o suspeito de ataques em Paris identificado por dedo após explosão

Um pedaço de dedo permitiu que a polícia francesa identificasse um dos autores dos ataques mataram pelo menos 129 e feriram 350 em Paris.
Omar Ismail Mostefai tem 29 anos e é cidadão francês de origem argelina. Seis pessoas próximas a ele foram presas na manhã de sábado.
Um pedaço de seu dedo foi localizado na casa de shows Le Bataclan, onde 80 pessoas morreram. Os investigadores teriam usado suas impressões digitais para chegar a sua identidade.
Assim como os outros seis homens que teriam participado dos atentados de acordo com autoridades francesas, Mostefai morreu em um atentado suicida.
Ele era da cidade de Courcouronnes, que fica a 25 km ao sul de Paris. Ele morava na vizinha Chartres até 2012, de acordo com o vice-prefeito Jean-Pierre Gorges.
O suspeito frequentava a mesquita de Luce, perto de Chartres.
Mostefai tinha um histórico de crimes leves, mas nunca havia sido preso. Os serviços de segurança consideram que ele se radicalizou em 2010, mas ele nunca foi implicado em uma investigação de contraterrorismo.
A polícia está tentando descobrir se ele viajou para a Síria em 2014.
O pai dele, irmão e cunhada estão entres as seis pessoas ligadas a ele que teriam sido detidas pela polícia.
"É louco, uma loucura. Eu estava em Paris na noite passada (sexta), eu vi a bagunça que foi", disse o irmão mais velho de Mostefai à agência de notícias AFP antes de ser detido.
Ele disse que não tinha contato com seu irmão há vários anos por causa de uma disputa na família mas que estava surpreso de saber que ele havia se radicalizado.
O irmão disse que Mostefai era um dos seis irmãos da família e que havia viajado para a Argélia com sua família e sua filha.

Link belga?

Além de ter identificado Mostefai, a polícia localizou um carro Seat preto suspeito no subúrbio de Montreuil. Os investigadores suspeitam que ele foi usado por atiradores que atacaram pessoas em restaurantes.
Os investigadores também estão focando em uma possível ligação com a Bélgica após prenderem três homens perto da fronteira da França.
     fonte>http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/franc%C3%AAs-29-anos-e-com-passagem-pela-pol%C3%ADcia-conhe%C3%A7a-o-suspeito-de-ataques-em-paris-identificado-por-dedo-ap%C3%B3s-explos%C3%A3o/ar-BBn1Cih?li=AAaB4xI

sábado, 14 de novembro de 2015

França fica em estado de alerta após dia mais violento desde a 2ª Guerra

Poucas horas após o mais violento ataque da história francesa desde a Segunda Guerra Mundial, imagens da madrugada deste sábado mostravam uma Paris quase deserta – algo bastante sintomático para aquela que é uma das mais boêmias metrópoles do mundo.
Relatos dão conta de que as poucas pessoas que tentaram sair às ruas foram orientadas pelos mais de 1.500 soldados que tomaram a cidade a se recolherem – mesmo pedido da prefeitura parisiense e da polícia desde o início dos ataques que deixaram mais de 120 mortos e um rastro de feridos na noite desta sexta-feira.
A França amanhece em estado nacional de emergência pela primeira vez desde 2005 – o decreto permite às autoridades a fechar espaços públicos, impor toque de recolher e restrições à circulação de veículos e pessoas.
Leia também: Ataques na França ocorrem no dia em que EUA anunciam 'morte' de John Jihadista
Embora suas fronteiras tenham sido fechadas, serviços de trem, como o prestado pela Eurostar entre Paris e Londres, devem ser mantidos. Pelo Twitter, a empresa confirmou que as viagens continuarão, mas ofereceu aos passageiros a possibilidade de remarcar seus tickets.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, os aeroportos ficarão abertos e operando. Já escolas e universidades da região de Paris amanheceriam fechadas, diziam as agências de notícias.
Em meio a informações ainda desencontradas sobre o número de vítimas e de autores dos ataques mortos, um promotor afirmou a jornalistas que cúmplices dos atentados ainda poderiam estar à solta.
Até a publicação deste texto, nenhum grupo havia reivindicado os ataques. Relatos apontavam que oito dos autores haviam morrido, sete deles após acionarem cintos suicidas.
Leia também: 'Há sangue por todos os lados': Testemunhas relatam noite de terror em Paris
O clima de insegurança chegou aos Estados Unidos, onde algumas grandes cidades, como Nova York, afirmaram que reforçariam sua vigilância nos próximos dias. A Bélgica anunciou um aumento no controle de suas fronteiras, especialmente a que a liga com a França.
Ao falar com a imprensa do lado de fora da casa de shows Bataclan, cenário de maior parte das mortes, o presidente francês, François Hollande, classificou os atentados como “uma abominação e um ato bárbaro” e disse que o país travará uma luta “sem misericórdia” contra os “terroristas”. Ele cancelou sua viagem à Turquia, onde participaria do encontro do G20.
Líderes mundiais, como presidente norte-americano, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, prestaram solidariedade e ofereceram ajuda à França.
                          fonte>http://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/fran%C3%A7a-fica-em-estado-de-alerta-ap%C3%B3s-dia-mais-violento-desde-a-2%C2%AA-guerra/ar-BBmZwjk?li=AAaB4xI