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sábado, 24 de janeiro de 2015

Ex-jogadorficou irritado com boato

Ronaldo não gostou nenhum um pouco de acordar, nesta sexta-feira (23), com os boatos de que está namorando a modelo Danielle Pontes.
Bastante irritado, o "Fenômeno" fez um desabafo em seu "Twitter" sobre seu suposto novo affair. "É fofoca, é irresponsável, sem compromisso nenhum com a verdade", escreveu em seu perfil.
O craque reclamou da falta de apuração da informação e criticou o veículo que iniciou o boato em torno de sua vida sentimental.
"O site 'Glamurama' publicou hoje uma 'notícia' que estou namorando a Danielle Pontes; o que não é verdade. Que tipo de apuração jornalística faz quem edita isso? Escrevem o que querem, não checam e sequer têm coragem de assinar."
Ronaldo reclamou ainda de ter ligado para a jornalista dona da página para desmentir a informação e a notícia continuar no ar. "Joyce Pascowitch foi avisada de que a notícia era falsa e não tomou nenhuma providência."
Apesar de negar o romance, Ronaldo confirmou que conhece Danille há muito tempo. "Somos apenas amigos."
Segundo o "Glamurama", a nova namorada do "Fenômeno" ficou hospedada na casa de Ronaldo, no Rio de Janeiro, há três semanas.
O novo casal curtiu junto o show do DJ Hardwell na "Cidade Maravilhosa". “Rio I’m out! Obrigada pelos bons momentos, boas vibrações e momentos inesquecíveis”, escreveu a moça no dia seguinte da apresentação do músico.
Mais sobre famosos em www.Famosidades.com.br 



                                      fonte; http://www.msn.com/pt-br/entretenimento/galeria/ronaldo-desmente-namoro-com-modelo-cearense-%c3%a9-fofoca-%c3%a9-irrespons%c3%a1vel/ss-AA8woqb

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Artesãos da Ladeira da Conceição fazem ato contra remoção

Em meio às homenagens à Nossa Senhora da Conceição da Praia, padroeira da Bahia, sapateiros, serralheiros, ferreiros, marmoristas e outros profissionais que trabalham na região histórica Ladeira da Conceição, em Salvador, protestaram, na manhã desta segunda-feira, 8, contra o projeto Parque Cidade-Histórica, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Feito em parceria com a prefeitura de Salvador, o projeto objetiva promover mudanças urbanísticas nos Arcos da Ladeira da Montanha e Muralhas da Cidade Alta/Cidade Baixa, tombados desde 1984. A ideia é restaurar a estrutura do local, recuperar monumentos, requalificar vias e desapropriar imóveis para que sejam usados como espaços de artes, segundo informações do Iphan.
Os trabalhadores temem ser removidos do local, por isso artesãos, integrantes da comunidade de Gamboa de Baixo, também atingida pelo projeto, e representantes do Movimento Sem Teto da Bahia participaram do ato. Por meio de panfletagens, eles buscaram sensibilizar os participantes da festa religiosa quanto à situação dos que há décadas prestam serviços no local.

Esse é o caso de Paulo Evangelista, 42 anos, um dos organizadores do ato, cujo pai começou a trabalhar na região como sapateiro ainda nos anos 1930. Crescido entre os arcos, Paulo seguiu a tradição familiar e virou artesão. Aprendeu o ofício de marmorista e hoje é uma das 30 pessoas que trabalham no local histórico.
"O governo nunca fez nada pelos arcos, agora quer reformar e expulsar a gente para colocar gente rica no lugar", disse Paulo, para quem a intervenção proposta desvaloriza aqueles que mantiveram os arcos como um lugar vivo e importante da cidade.
Durante o protesto, os manifestantes também cobraram participação na definição das intervenções. Integrante do Instituto de Desenvolvimento de Ações Sociais (Ideas), que presta assessoria aos artesãos, Wagner Campos disse que, em julho, os trabalhadores receberam notificação, a pedido do Iphan, que apontava que o local deveria ser esvaziado em 72 horas. Três dias depois, eles fizeram um ato na sede do órgão e conseguiram uma mesa de negociação.
Segundo Campos, houve seis encontros para negociação. Neles ficou pactuado que os arcos seriam reformados, mas de acordo com um novo projeto, o qual garantiria a permanência dos trabalhadores. "Eles também sairiam parcialmente para que as reformas fossem feitas. Mas na sétima mesa, o Iphan, que deveria apresentar o projeto, se retirou", destacou.
Desde o último encontro, no fim de outubro, não houve mais diálogos, segundo Campos. Ele defende que as rodadas tenham continuidade, para que seja encontrada uma saída consensual para a situação. "Eles já trabalham aqui, o que a reforma poderia prever eram melhorias na própria situação do trabalho. Porque se os arcos continuam existindo hoje, é por causo da presença e do trabalho dos artesãos", avalia Wagner Campos.
A Agência Brasil procurou a Superintendência do Iphan na Bahia, mas não conseguiu falar com o representante. Segundo a assessoria do órgão, apenas o superintendente poderia falar sobre o assunto, mas ele está viajando a trabalho. A prefeitura de Salvador também foi procurada, mas não deu retorno às solicitações feitas até a publicação desta reportagem.


fonte>http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/noticias/1644851-artesaos-da-ladeira-da-conceicao-fazem-ato-contra-remocao

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Masp deixa homenagens a Lina bo bardi para 2015

Ele é o museu mais frequentado de São Paulo, com uma média de 50 mil visitantes por mês. Olhando, parece estar encravado no chão por dois imensos grampos vermelhos, deixando os seus 11 mil metros quadrados divididos em cinco pavimentos livres para abrigar um vão de 74 metros. A arquiteta Lina Bo Bardi idealizou o Museu de Arte de São Paulo (Masp) não para ser visto como um elefante-branco no coração da Avenida Paulista e, sim, como um espaço aberto ao coletivo.
"O que eu quero chamar de monumental não é questão de tamanho ou de 'espalhafato', é apenas um fato de coletividade, de consciência coletiva", afirmou a arquiteta, ao descrever o projeto do Museu de Arte de São Paulo. Mas, apesar de toda a grandiosidade ideológica da obra e, mais especificamente, do sentimento e da intenção de Lina em fazer do vão do Masp "uma praça sem jardim nenhum para reuniões populares, exposições ao ar livre, concertos gratuitos, nada mais", a direção do museu deixou o dia 5 de dezembro, data em que se comemora os 100 anos da arquiteta, passar em branco. Nem mesmo o site da instituição faz menção à data, como também não informa o calendário de comemorações.
"Realmente, não foi idealizado no planejamento de 2014 e, portanto, pela curadoria anterior, alguma exposição ou evento para homenagear Lina Bo Bardi nos espaços do Masp", afirmou Renata Toledo Geo, gerente de Comunicação e Relacionamento da instituição. No entanto,  de acordo com ela, o novo diretor artístico está elaborando uma programação que tem como destaque o retorno dos cavaletes de vidro na expografia do acervo



                                                           fonte..http://atarde.uol.com.br/cultura/noticias/1643813-masp-deixa-homenagens-a-lina-bo-bardi-para-2015