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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Disco de BaianaSystem é eleito o 7º melhor do ano segundo ranking do Estadão

Este é o segundo álbum da banda e foi lançado em março deste ano
Suas 12 canções que evocam a atmosfera do Pelourinho, que foi cenário de diversos shows da banda. Segundo o vocalista, Russo Passapusso, 70% do que foi produzido para o disco nasceu durante as apresentações que faziam nas Praças Pedro Arcanjo e Tereza Batista.
O título do álbum faz referência à Cidade Alta e Cidade Baixa e as subidas e descidas do Elevador Lacerda nesses dois mundos. Duas Cidades é uma homenagem ao cantor de rap e hio hop BNegão e conta com a participação do cantor e compositor bainano Lucas Santtana.
Confira o ranking dos 12 melhores discos do ano selecionados pelo Estadão:Que Parece – O Terno
Sabotage – Sabotage
Mahmundi – Mahmundi
Tropix – Céu
Boogie Naipe – Mano Brown
MM3 – Metá Metá
Duas Cidades – Baiana System  
Amor Geral – Fernanda Abreu  
Só Vou Chegar Mais Tarde – Edvaldo Santana
As Coisas Simples da Vida – Hyldon
Princesa – Carne Doce
Brutown – The Baggios

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CARNAVAL: “Considero uma censura”, Edcity critica recomendação do MP que afastou Kannario de bloco infantil

Considero isso uma forma de censura”. Foram com estas palavras fortes que o cantor Edcity se pronunciou ao Aratu Online sobre a recomendação do Ministério Público para que o cantor Igor Kannario não puxasse o bloco infantil Ibeji durante este Carnaval.
“As pessoas deveriam analisar as coisas de forma mais precavida para não chegar a esse ponto de anunciar uma atração e depois sair da forma que saiu. Errar todo mundo erra! Eu gosto de Kannario. Ele é meu amigo, meu irmão. Não achei legal, ele deveria ter puxado mesmo o bloco. As crianças gostam dele”, completou o cantor.
Na última sexta-feira (26/1), o Ministério Público entregou um documento à dona do Ibeji informando que Kannario possuía um histórico de “condutas impróprias” para conduzir um bloco de crianças. Entre as classificações escritas pelo MP constavam “responde a processos criminais por porte de substâncias tóxicas”, já se “envolveu em atos de vandalismo”, “brigas” e “incitação à violência”.
É uma forma de exclusão, não só pelo ritmo do pagode, mas por ser favelado. A gente que vem da favela sofre muito preconceito e discriminação, ainda mais nesse Carnaval, que está tendo uma abertura maior e as bandas de pessoas mais pobres estão ganhando espaço”, disse.
PAGODE ETERNO
Diante de ritmos como arrochadeira quem vem fazendo a cabeça da galera — a exemplo do sucesso ‘Paredão Metralhadora’, da cantora Vinagdora –, Edcity não mostrou dúvidas em dizer com todas as letras que “se bater com a gente é suco”.
Para ele, o pagode já faz parte da cultura baiana e lidera a cabeça do público. “O pagode pode até balançar, mas cai, Pode vim arrochadeira, pode vim axé, pode vim quem for. Na hora quem lá na rua o povo gosta mesmo do pagode. Não adianta, o povo ouve pagode o ano inteiro”, disse.

   fonte> http://www.aratuonline.com.br/noticias/carnaval-considero-uma-censura-edcity-critica-recomendacao-do-mp-que-afastou-kannario-de-bloco-infantil/