quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Resultado das 14 Horas PT RJ - Resultado das 14h Jogo do Bicho PT

federal hoje- Resultado do jogo do bicho de hoje das 18 horas

Segundo Sol Hoje COMPLETO Quinta Feira 01/11/2018 Resumo Novela das nove

Quina 4815 - Resultado da Quina Concurso 4815

Mega Sena 2093 - Resultado da Mega Sena Concurso 2093

Resultado do Jogo do Bicho pela Federal de Quarta Feira dia 31/10/2018

Dupla Sena 1859 - Resultado da Dupla Sena Concurso 1859

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Timemania 1251 - Resultado da Timemania Concurso 1251

Lotomania 1914 - Resultado da Lotomania Concurso 1914

Quina 4814 - Resultado da Quina Concurso 4814

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Segundo Sol Hoje COMPLETO Quinta Feira 31/10/2018 Resumo Novela das nove

Segundo Sol Hoje COMPLETO Sexta Feira 29/10/2018 Resumo Novela das nove

Lotofacio 1730 - Resultado da Lotofacio Concurso 1730

Quina 4813 - Resultado da Quina Concurso 4813

domingo, 28 de outubro de 2018

Bolsonaro presidente: A surpreendente trajetória de político do baixo clero ao Palácio do Planalto

Após uma campanha marcada por um alto nível de tensão, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito neste domingo o novo presidente da República. Com 92,08% das urnas apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato atingiu 55,63% dos votos válidos e está matematicamente eleito. O adversário, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), está com 44,37%.
Deputado Federal há 28 anos, Bolsonaro sempre foi do chamado "baixo clero" do Congresso Nacional - não tinha papel de liderança nos partidos políticos a que pertenceu, nunca assumiu cargos no governo federal ou posições de destaque na Câmara dos Deputados. 
Mas se tornou nacionalmente conhecido ao longo dos anos por declarações polêmicas, principalmente sobre a comunidade LGBT e a ditadura militar. Até o início campanha, analistas políticos afirmavam que a candidatura do deputado federal poderia se "desidratar", já que ele teria direito a apenas 8 segundos diários de propaganda eleitoral na TV.
No entanto, o capitão reformado cresceu de forma continuada nas pesquisas, se consolidando no primeiro lugar já no primeiro turno. A BBC News Brasil reuniu os principais fatos na trajetória do candidato do PSL rumo ao resultado da eleição deste domingo. 

Entre 2015 e 2016 - 'Vou ser candidato a presidente gostem ou não gostem'

Bolsonaro fala publicamente na possibilidade de ser candidato à Presidência da República há cerca de três anos. Em abril de 2015, ele se desfiliou do PP já com a intenção de seguir o "sonho" de ser presidente.
"Foi um pedido verbal, mas oficial. A gente começa aí um processo de separação, que espero que seja amigável. Tenho um sonho para 2018 de disputar o cargo de senador ou presidente da República. No partido onde estou, dificilmente serei candidato sequer para o Senado. O que sinto é que eles querem uma opção diferente para 2018", afirmou, na ocasião.
Bolsonaro cresceu fortemente em intenção de voto na semana que antecedeu à eleição© MAURO PIMENTEL/AFP Bolsonaro cresceu fortemente em intenção de voto na semana que antecedeu à eleição
Em novembro de 2016, ele reforçou que disputaria a eleição presidencial "quer gostem ou não", ao prestar depoimento na condição de testemunha num processo aberto pelo Conselho de Ética da Câmara para apurar se Jean Wyllys (PSOL-RJ) quebrou o decoro parlamentar ao cuspir em Bolsonaro em 2015.
Na época, o ex-capitão do Exército estava filiado ao Partido Social Cristão (PSC) - sigla conhecida por reunir líderes evangélicos -, e havia divergências dentro do partido sobre uma eventual candidatura dele.
"Há dois anos me preparo para que o partido, se assim entender, (permita minha candidatura) de acordo com minha aceitação popular. Eu estarei pronto para enfrentar uma campanha presidencial, o que não é fácil", disse. 

Agosto de 2017- Primeiras pesquisas mostravam Bolsonaro atrás de Lula

Em agosto do ano passado, quando as primeiras pesquisas de intenção de voto começaram a ser divulgadas, Bolsonaro já aparecia em posição competitiva. Na ocasião, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda era tido como o candidato do PT - ele ainda não havia sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em segunda instância, o que acabou ocorrendo em janeiro de 2018.
Uma pesquisa do Datafolha divulgada no dia 30 de agosto de 2017 pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostrava Lula em primeiro lugar com 36% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro, com 16%, e por Marina Silva (Rede), com 14%. 

Março de 2018 - Filiação ao PSL e lançamento da pré-candidatura

Após divergências com o PSC e sem ver espaço para ser candidato por esse partido, Bolsonaro migrou para o Partido Social Liberal (PSL) em 7 de março deste ano.
Ele aproveitou a ocasião para lançar a pré-candidatura à Presidência com um discurso focado em defender a revisão da Lei do Desarmamento. O evento contou com gritos de "mito, mito, mito", orações e Hino Nacional. 

Abril de 2018 - Prisão de Lula e tomada da dianteira nas pesquisas por Bolsonaro

Lula foi preso em abril, mas, mesmo assim, o PT registrou a candidatura do ex-presidente no TSE© MIGUEL SCHINCARIOL/AFP Lula foi preso em abril, mas, mesmo assim, o PT registrou a candidatura do ex-presidente no TSE
Em abril, Lula foi preso, três dias depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) negar habeas corpus da defesa que pedia que ele não pudesse ser detido até uma condenação definitiva - o chamado trânsito em julgado. Apesar da prisão, o PT decidiu insistir na candidatura de Lula até o prazo final dado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a substituição do nome.
Bolsonaro passou à dianteira nas pesquisas de intenção de voto nos cenários em que Fernando Haddad aparecia como substituto do ex-presidente na chapa do PT. Pesquisa Ibope divulgada em 20 de junho mostrava o candidato do PSL com 17% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (13%), Ciro (8%) e Alckmin (6%). Haddad, até então vice na chapa de Lula, aparecia só com 2%. 

14 de agosto de 2018 - Bolsonaro registra a candidatura

Em 14 de agosto, Bolsonaro registrou a sua candidatura no TSE e declarou um patrimônio de R$ 2,3 milhões (todos os candidatos precisam declarar patrimônio à Justiça Eleitoral).
No dia seguinte, o PT registrou a candidatura de Lula, embora o petista estivesse preso e impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa.

6 de setembro - Bolsonaro leva facada em comício em Juiz de Fora (MG)

Um dos episódios mais marcantes de toda a campanha ocorreria no dia 6 de setembro na cidade mineira de Juiz de Fora. Bolsonaro estava nos ombros de apoiadores, durante um comício, quando levou uma facada na barriga.
Bolsonaro após ataque: Bolsonaro sofreu ataque a faca e ficou afastado da campanha© BBC Bolsonaro sofreu ataque a faca e ficou afastado da campanha
O autor do atentado, Adelio Bispo de Oliveira, 40, foi preso. Bolsonaro chegou a perder 40% do sangue do corpo - cerca de 2,5 litros - e passou por duas cirurgias.
Com o episódio, ele se afastou das campanhas nas ruas mas, ao mesmo tempo, ganhou ampla visibilidade na mídia, inclusive no horário nobre de televisão.
Os adversários dele, por sua vez, decidiram mudar a estratégia de campanha, moderando o tom das críticas ao candidato do PSL nas duas primeiras semanas que se seguiram ao atentado. A lógica era a de que poderia não pegar bem fazer ataques pesados a alguém hospitalizado. 

10 de setembro - Substituição de Lula por Haddad como candidato do PT

Após Lula ser barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o PT decidiu substituir a candidatura do ex-presidente pelo vice na chapa, Fernando Haddad. Nos dias que se seguiram, começou a ficar mais evidente que a reta final da campanha poderia se centralizar numa disputa entre Bolsonaro e o ex-prefeito de São Paulo.
O candidato do PSL passou a apresentar um crescimento constante nas pesquisas, se consolidando no primeiro lugar em intenções de voto. Haddad também cresceu fortemente, se beneficiando da transferência de votos de Lula e passando a figurar em segundo lugar. Mas os dois também carregavam altas taxas de rejeição - acima de 40%.
A campanha eleitoral assumiu, então, o seu maior grau de polarização, com a possibilidade de uma disputa entre anti-petistas e anti-Bolsonaro num segundo turno. 

30 de setembro - Mulheres vão às ruas em campanha #EleNão

Uma semana antes do primeiro turno da eleição, milhões de mulheres tomaram as ruas de 114 cidades do Brasil para protestar contra Bolsonaro, como parte do movimento #EleNão, que se espalhou nas redes sociais.
Conhecido por declarações machistas, como quando disse, em 2016, que não empregaria uma mulher com o mesmo salário que um homem, o candidato do PSL alcançou, ao longo da campanha, patamar de 50% de rejeição entre as eleitoras.
Em reação ao #EleNão, mulheres apoiadoras de Bolsonaro organizaram atos em 16 cidades. 

5 de outubro - Bolsonaro 'boicota' debate da TV Globo dando entrevista para a Record

Desde que levou a facada, Bolsonaro precisou passar semanas internado e deixou de participar de debates televisivos.
Para especialistas, o fato de não ter precisado enfrentar perguntas difíceis, no embate ao vivo com os demais candidatos, pode ter beneficiado o candidato do PSL, que passou a se dedicar à divulgação de vídeos nas redes sociais.
No último debate televisivo, marcado para ocorrer dois dias antes do primeiro turno, Bolsonaro já havia sido liberado do hospital e se recuperava em casa. Mas afirmou que não participaria "por recomendação médica".
No entanto, no mesmo dia e horário do debate, quando todos os outros candidatos se dedicavam a responder às perguntas uns dos outros, a TV Record exibiu uma entrevista exclusiva com Bolsonaro, gravada na casa no deputado do PSL.
Nos 30 minutos de vídeo, o candidato atacou seus adversários, especialmente Haddad, a quem chamou de "fantoche de Lula", além de criticar a condução das investigações sobre o atentado que sofreu e dizer que não tem responsabilidade sobre a divulgação de fake news por seus apoiadores. 

6 de outubro - A última pesquisa e a chance de vitória em primeiro turno

Na semana que antecedeu o primeiro turno das votações, Bolsonaro cresceu fortemente nas pesquisas a ponto de alcançar 40% dos votos válidos, seguido por Haddad, com 25%, e Ciro, com 15%.
A alta gerou, nas redes sociais, um movimento em prol de "voto útil" do eleitor "antipetista" por uma vitória de Bolsonaro no primeiro turno. 

7 de outubro - Bolsonaro vota no Rio de Janeiro

Bolsonaro votou em colégio militar, no Rio de Janeiro. Ao sair da seção eleitoral disse: 'Acaba hoje'.© MAURO PIMENTEL/AFP Bolsonaro votou em colégio militar, no Rio de Janeiro. Ao sair da seção eleitoral disse: 'Acaba hoje'.
Bolsonaro votou às 8:55, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, dentro da Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Ao ser perguntado por jornalistas sobre sua expectativa, ele afirmou: "Acaba hoje".
À noite, foi anunciado o resultado do primeiro turno: Bolsonaro recebeu 46,03% dos votos e Haddad, 29,28%. Em transmissão ao vivo para o Facebook, o candidato do PSL comemorou o resultado, mas colocou em dúvida as urnas eletrônicas.
"Vamos junto ao TSE exigir soluções para isso que aconteceu agora, e não foi pouca coisa, foi muita coisa. Tenha certeza: se esses problemas não tivessem ocorrido, e tivéssemos confiança no voto eletrônico, já teríamos o nome do futuro presidente da República decidido hoje."

9 de outubro em diante - Denúncias de agressões no segundo turno

Logo depois do primeiro turno, começaram a proliferar relatos de agressões relacionadasao discurso eleitoral. Um dos casos mais dramáticos foi registrado em Salvador: o assassinato do mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, de 63 anos. Ele foi morto a facadas após uma discussão política algumas horas depois da eleição de domingo.
Testemunhas disseram que o desentendimento começou quando o capoeirista revelou apoio ao candidato do PT. O agressor, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, teria defendido Bolsonaro.
O período eleitoral também foi marcado por casos de agressões a jornalistas. Foram 137 em 2018, segundo estimativas da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) - sendo 75 ataques digitais e 62 físicos, e a maioria deles ligados à cobertura eleitoral.
Moa do Katendê: Mestre de capoeira, compositor e dançarino baiano Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, de 63 anos, foi morto a facadas© BRUNO FIGUEIREDO/ÁREA DE SERVIÇO Mestre de capoeira, compositor e dançarino baiano Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, de 63 anos, foi morto a facadas
Ao ser questionado sobre atos de violência nas ruas, Bolsonaro disse que não tem controle sobre seus apoiadores. "O cara lá que tem uma camisa minha e comete um excesso, o que é que eu tenho a ver com isso?", questionou.
"Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam."
No dia 12 de outubro, ele foi mais enfático em condenar as agressões. "Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar", afirmou, em sua conta no Twitter. 

10 de outubro - Bolsonaro anuncia que não vai participar de debates

Dois dias após o primeiro turno da eleição, Bolsonaro afirmou que não participaria do debate organizado por Folha de S.Paulo, UOL e SBT, marcado para o dia 17 de outubro. Na época, ele alegou que a equipe médica recomendou "mais alguns dias de repouso".
Pouco mais de uma semana depois, o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, declarou que Bolsonaro não participaria de nenhum debate televisivo com Haddad no segundo turno e nem viajaria para atos de campanha.
Fernando Haddad: Haddad explorou ausência de Bolsonaro nos debates durante a campanha do segundo turno© FERNANDO BIZERRA/EPA Haddad explorou ausência de Bolsonaro nos debates durante a campanha do segundo turno
A justificativa dada foi o desconforto causado pela bolsa de colostomia presa ao seu corpo desde que levou a facada, além de questões de segurança. Em entrevista à TV Globo, Bolsonaro afirmou considerar os debates algo "secundário".
"Eu poderia me submeter a uma aventura, mas poderia ter uma consequência péssima para minha saúde. Levando-se em conta a restrição, a minha saúde e a gravidade do que ocorreu, a tendência é eu não participar de debates. Não posso abusar nesse momento. Questão de debate é secundário. Da minha parte, até gostaria porque não teria dificuldade de debater com preposto com um poste do Lula."

18 de outubro - Reportagem diz que empresas pagavam por disparos contra o PT no WhatsApp

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada no dia 18 de outubro afirmou que empresas que apoiam Bolsonaro estavam comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.
Bolsonaro se pronunciou dizendo que "não tem nada a ver com isso". E passou a criticar fortemente a Folha de S.Paulo, inclusive prometendo cortar, quando eleito, publicidade do governo federal no jornal. "A Folha de S.Paulo é a maior fake news do Brasil. Vocês não terão mais verba publicitária do governo", disse, em transmissão ao vivo.
A pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Polícia Federal abriu uma investigação sobre a compra de pacotes de disparos no WhatsApp. 

20 de outubro - Filho de Bolsonaro fala em 'fechar o STF'

Eduardo Bolsonaro: Em víde gravado em julho, mas divulgado em outubro, Eduardo Bolsonaro diz que não seria difícil fechar o Supremo© NELSON ALMEIDA/AFP Em víde gravado em julho, mas divulgado em outubro, Eduardo Bolsonaro diz que não seria difícil fechar o Supremo
Um dos acontecimentos que mais geraram repercussão durante a campanha do segundo turno foi a divulgação de imagens em que Eduardo Bolsonaro, 34 anos, um dos filhos do candidato à Presidência, afirma que bastariam um "cabo e um soldado" para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF).
Em vídeo gravado em julho, disponível na internet, Eduardo, que foi reeleito deputado federal, aparece numa sala de aula de um cursinho para interessados em ingressar na Polícia Federal, em Cascavel (PR).
Ele é perguntado por um aluno sobre o que poderia ser feito caso o STF impugnasse a candidatura ou diplomação do pai dele por fraude eleitoral. Eduardo respondeu, em tom de ameaça, que o tribunal "terá que pagar para ver o que acontece" e argumentou que dificilmente haveria reação popular se um ministro do Supremo fosse preso.
A declaração gerou forte reação entre ministros da Corte. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, afirmou que "atacar o Poder Judiciário é atacar a democracia", enquanto Celso de Mello - decano do Supremo - disse que a fala foi "inconsequente e golpista".
Jair Bolsonaro primeiro afirmou que "qualquer um que fale em fechar o Supremo precisa se consultar com um psiquiatra". Posteriormente, ele disse: "Eu já adverti o garoto, o meu filho, a responsabilidade é dele. Ele já se desculpou". 

21 de outubro - Bolsonaro fala em 'faxina' e promete 'banir marginais vermelhos'

Em vídeo ao vivo transmitido durante um comício na Avenina Paulista, em São Paulo, Bolsonaro proferiu um dos discursos mais agressivos da campanha. "A faxina agora será muito mais ampla. Esses marginais vermelhos serão banidos de nossa pátria", afirmou o capitão reformado.
Ele também ameaçou prender o senador Lindbergh Farias e o próprio Haddad, e afirmou que Lula irá "apodrecer na cadeia".
"Seu Lula da Silva, se você estava esperando Haddad vencer para assinar o decreto de indulto, eu vou te dizer uma coisa: você vai apodrecer na cadeia. Brevemente você terá Lindbergh Farias para jogar dominó no xadrez. Aguarde, o Haddad vai chegar aí também. Não será para visitá-lo não, será para ficar alguns anos ao seu lado", disse. "Será uma limpeza nunca vista na história", completou. 

27 de outubro - Última pesquisa Datafolha aponta vitória de Bolsonaro

No sábado, foi divulgada a última pesquisa de intenção de voto do Datafolha dessas eleições. Bolsonaro aparecia com 55% das intenções de votos válidos, uma vantagem de dez pontos percentuais em relação a Haddad (45%).
Ao longo das semanas que antecederam a eleição, a vantagem de Bolsonaro sobre Haddad, que chegou a ser de 18 pontos percentuais, diminuiu. Mas não o suficiente para que o petista chegasse perto de efetivamente ameaçar a liderança do candidato do PSL. 

28 de outubro - Bolsonaro vota no Rio de Janeiro

Bolsonaro votou no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo© ANTONIO LACERDA/EPA Bolsonaro votou no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo
Com esquema reforçado de segurança e vestindo um colete a prova de balas, Bolsonaro votou às 9h17, acompanhado da esposa, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.
"Pelo que eu vi nas ruas nos últimos meses, é vitória", disse ele, ao ser questionado sobre a expectativa para o resultado.

                                                  Fonte> https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/bolsonaro-presidente-a-surpreendente-trajet%C3%B3ria-de-pol%C3%ADtico-do-baixo-clero-ao-pal%C3%A1cio-do-planalto/ar-BBP2ljF?li=AAhP7ct

Bolsonaro se compromete em respeitar Constituição e diz que cortará privilégios

SÃO PAULO - Em pronunciamento feito no início da noite deste domingo, 28, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) comprometeu-se a respeitar a Constituição e assegurou que seu governo respeitará as liberdades individuais. Ao encampar um discurso de unidade, Bolsonaro também se comprometeu a enxugar o Estado brasileiro, eliminar o déficit público e recuperar a imagem do País no exterior.
"Meu governo será defensor da Constituição, da democracia e da liberdade", afirmou Bolsonaro. "Este é um País de todos nós, brasileiros natos e de outras nações." O presidente eleito também fez um chamamento aos agentes políticos que queiram aderir ao governo. "Neste projeto que construímos, cabem todos aqueles que tenham o mesmo objetivo que nós."
Ao falar sobre a necessidade de um ajuste nas contas públicas, Bolsonaro disse que "o déficit público primário deve ser eliminado o mais rápido possível. E se comprometeu a reduzir o inchaço da máquina pública. "O governo dará um passo atrás, reduzindo estrutura, cortando benefícios e privilégios", disse o presidente eleito.
Ao reforçar o discurso de renovação, Bolsonaro ressaltou que o País hoje precisa de "mais Brasil e menos Brasília". E prometeu também "recuperar" a imagem do Brasil no exterior, atacando a política externa adotada por seus antecessores. "Libertaremos o Brasil e o Itamaraty das relações internacionais sui generis a que foram submetidos nos últimos anos", afirmou o deputado. "Recuperaremos o respeito internacional pelo nosso Brasil."
Antes de ler seu discurso de vitória,
Bolsonaro fez uma oração, atendendo a um pedido do Magno Malta (PR-ES). O presidente eleito também agradeceu aos médicos que o trataram e aos hospitais que o atenderam após a facada que sofreu em Juiz de Fora (MG), em setembro.

                                                    Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/eleicoes/bolsonaro-se-compromete-em-respeitar-constitui%C3%A7%C3%A3o-e-diz-que-cortar%C3%A1-privil%C3%A9gios/ar-BBP24XE

Jair Bolsonaro é eleito o novo presidente do Brasil

Os eleitores brasileiros foram às urnas neste domingo, dia 28 de outubro de 2018, e decidiram que Jair Messias Bolsonaro é o novo presidente da República Federativa do Brasil.
Candidato ao Planalto pelo PSL, Bolsonaro venceu o segundo turno das eleições quando as urnas atingiram 94,44% dos votos. A esta altura 55,44% eram de Bolsonaro contra 46% do adversário Fernando Haddad, do PT.
Capitão reformado do Exército e deputado federal há 27 anos, Bolsonaro assumirá o cargo executivo no dia 1º de janeiro de 2019, quando receberá das mãos de Michel Temer, em Brasília, a faixa presidencial.
Campanha
Jair Bolsonaro liderou as pesquisas de intenção de voto durante toda a campanha eleitoral. Na reta final, ele chegou a perder alguns pontos, mas mesmo assim venceu.
Antes do primeiro turno, no dia 6 de setembro, ele sofreu um ataque a faca durante um ato em Juiz de Fora (MG) e teve de passar por dois procedimentos cirúrgicos. Com a saúde debilitada, o capitão reformado passou a fazer campanha junto aos eleitores somente nas redes sociais, além das propagandas gratuitas de rádio e TV. Bolsonaro também evitou os debates contra Haddad no segundo turno, mesmo tendo liberação médica para participar na reta final.
Nono presidente da "Nova República"
Jair Bolsonaro será o 9º presidente da “Nova República”, que começou em 1985, após a Ditadura Militar. De lá até hoje, o Brasil foi governado por Tancredo Neves*, José Sarney (1985 - 1990), Fernando Collor (1990 - 1992), Itamar Franco (1992 - 1995), Fernando Henrique Cardoso (1995 - 2003), Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2011), Dilma Rousseff** (2011 - 2016) e Michel Temer*** (2016 - 2018)
* Tancredo tinha posse marcada para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas a cerimônia não chegou a acontecer porque o então presidente eleito ficou doente na véspera e acabou falecendo em 21 de abril do mesmo ano.
** Dilma, a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente da República, teve o mandato interrompido no dia 31 de agosto, após um processo de impeachment.
*** Temer, vice de Dilma Rousseff, assumiu o Planalto após o impeachment da petista

                                                  Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/eleicoes/jair-bolsonaro-%C3%A9-eleito-o-novo-presidente-do-brasil/ar-BBP0UiR

Resultado da Tele Sena de 27º ANIVERSÁRIO

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sábado, 27 de outubro de 2018

Resultado da Tele Sena de 27º ANIVERSÁRIO , 1º, 2º sorteios

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Lotofagia 1729 - Resultado da Lotofacio Concurso 1729

Segundo Sol Hoje COMPLETO Sexta Feira 26/10/2018 Resumo Novela das nove

Segundo Sol Hoje COMPLETO Sexta Feira 26/10/2018 Resumo Novela das nove

Quina 4811- Resultado da Quina Concurso 4811

Mega Sena 2091 - Resultado da Mega Sena Concurso 2091

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Quina 4810 - Resultado da Quina Concurso 4810 Resultados

Resultado das 14 Horas PT RJ - Resultado das 14h Jogo do Bicho PT

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Segundo Sol: Laureta passa a mão nos seios de Rosa e a surpreende com re...

Segundo Sol Hoje COMPLETO Quinta Feira 27/10/2018 Resumo Novela das nove

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Segundo Sol Hoje COMPLETO Quarta Feira 24/10/2018 Resumo Novela das nove

Mega Sena 2091 dia 23/10/2018

Mega Sena 2091 dia 23/10/2018

Quina 4809 - Resultado do dia (24/10/2018)

Quina 4809 - Resultado da Quina Concurso 4809

Federal Hoje -Resultado do Jogo do Bicho, Federal das 19 horas

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Segundo Sol Hoje COMPLETO Sexta Feira 26/10/2018 Resumo Novela das nove

Lotomania 1912 - Resultado da Lotomania Concurso 1912

Mega Sena 2090 - Resultado da Mega Sena Concurso 2090

Quina 4808 - Resultado da Quina Concurso 4808

Segundo Sol Hoje COMPLETO Quarta Feira 25/10/2018 Resumo Novela das nove

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Segundo Sol Hoje COMPLETO Terça Feira 24/10/2018 Resumo Novela das nove

Segundo Sol Hoje COMPLETO Segunda Feira 23/10/2018 Resumo Novela das nove

Segundo Sol - 22/10/2018 - Capítulo 139 Novela Completo - Segunda Feira

Lotofácil 1727 - Resultado da Lotofacio Concurso 1727

Quina 4807 - Resultado da Quina Concurso 4807

Resultado das 14 Horas PT RJ - Resultado das 14h Jogo do Bicho PT

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Palpite Mega sena 2090 - Terça-Feira (23/10/2018)

Palpite para Quina Concurso 4809

Lotofacio 1726 - Resultado da Lotofacio Concurso 1726

2º Sorteio Cupom Milionário SBT TeleSena 21/10/2018 Completo HOJE

Prêmio Casa - Tele Sena 26º ANIVERSÁRIO Sorteado em 21/10/2018

Tele sena aniversario de 27 anos

domingo, 21 de outubro de 2018

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Resultado da Tele Sena de 27º ANIVERSÁRIO - 2º sorteio - 21/10/2018

Resultado da Tele Sena de 27º ANIVERSÁRIO - 2º sorteio - 21/10/2018

Resultado da Tele Sena de 27º ANIVERSÁRIO

6 dicas para manter o equilíbrio mental e afastar o estresse nas eleições

Independentemente do seu candidato preferido, uma coisa ninguém nega: o Brasil atravessa o período eleitoral mais conturbado e acirrado de sua história recente. Num mar de notícias falsas, acusações e debates, muita gente tem encontrado dificuldades para dormir bem e cumprir com suas obrigações diárias. Parece que a cabeça está somente ligada no rumo futuro do país, que será decidido nas votações marcadas para o dia 28 de outubro. É muito estresse!
Para ajudar a manter a sanidade nas próximas semanas, nós conversamos com a psicóloga Ana Maria Rossi, diretora da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre, e copresidente da Divisão de Saúde Ocupacional da Associação Mundial de Psiquiatria.Abaixo, a especialista elenca estratégias para se manter informado e defender seu ponto de vista sem abalar a saúde emocional ou acabar com os laços familiares e de amizade:

1. Pegue leve com as redes sociais

“Estamos numa eleição que tem suscitado um nível elevadíssimo de emoções nas pessoas. Nesse meio, há fanáticos que sempre buscam o conflito”, observa Ana Maria. No Facebook, no Twitter, no Instagram e no Whatsapp, é comum encontrar postagens com comentários e conversas cheias de acusações — algumas falsas, outras verdadeiras… 
Para não se chatear, evite acessar esses sites e aplicativos a todo momento. Se quiser ficar por dentro das conversas ou até participar ativamente delas, o melhor é reservar um período específico do seu dia para isso. Assim, você não é atrapalhado pelas infindáveis notificações a todo momento – isso causa uma ansiedadesem tamanho.

2. Priorize as fontes confiáveis de notícias

Um dos principais fenômenos desse pleito são as famigeradas fake news, factóides mentirosos produzidos anonimamente com o intuito de prejudicar a campanha dos candidatos aos cargos do poder executivo. De tabela, essas mentiras ainda acirram os ânimos dos eleitores.
O melhor método para fugir dessas pegadinhas é buscar sites confiáveis, como aqueles mantidos por grandes empresas de jornalismo, organizações não governamentais ou instituições públicas. “A chave é se informar e não se deixar influenciar. Para isso, confie em opiniões balizadas e não caia na tentação das fofocas e dos insultos”, completa a psicóloga.

3. Não entre constantemente em situações de conflito

Vai participar de algum evento social com sujeitos que têm opinião contrária à sua? Ótimo! O debate saudável e o respeito às diferenças é um dos pilares fundamentais de toda democracia. 
Agora, se você acha que a conversa pode descambar para a baixaria e para os ataques pessoais, melhor evitar a fadiga — até porque o embate não será nada produtivo e não levará a lugar nenhum. Na medida do possível, encaminhe o bate papo para temas mais leves e agradáveis. 

4. Aposte numa atividade relaxante

Está estressado com a última pesquisa de intenção de votos? Não aguenta mais ouvir promessas e planos de governo? Se desligue de tudo e faça alguma atividade gratificante.Vale jogar videogame, bater uma bolinha com os amigos, ler um livro… o que você preferir. Respire fundo e dedique um tempo a algo que faz bem e te deixa feliz.

5. Priorize seu bem-estar e sua saúde

Adotar um estilo de vida saudável também é essencial. “Sem exageros nas bebidas alcoólicas, no café e nos alimentos açucarados, que nos deixam ainda mais agitados”, sugere Ana Maria. Também preste bastante atenção ao seu sono. Evite mexer em aparelhos eletrônicos (televisão, celular, tablet, computador…) duas horas antes do encontro com o colchão e o travesseiro. 
Tente sempre dormir e acordar nos mesmos horários do dia (até durante o final de semana e os feriados). Crie um ambiente aconchegante e confortável no seu quarto. Essas três atitudes já farão toda a diferença no descanso noturno.

6. Não antecipe catástrofes

O Brasil vai virar uma Venezuela? Vamos voltar à época da ditadura militar? De pouco adianta ficar sofrendo por fatos que ainda não aconteceram sem fazer nada. “Se, apesar de tudo, o candidato que eu não gosto se eleger, ele fica no cargo por quatro anos, não por toda a vida”, raciocina a especialista. Temos que confiar na Constituição e na solidez das instituições estabelecidas democraticamente. “Não devemos nos seduzir por pensamentos catastróficos e antecipatórios que só geram incerteza, angústia e 
                                                   Fonte: https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/6-dicas-para-manter-o-equil%C3%ADbrio-mental-e-afastar-o-estresse-nas-elei%C3%A7%C3%B5es/ar-BBOBjiw?li=AAggXC1

Bolsonaro diz que vai propor fim da reeleição para presidente

Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, deu mais informações neste sábado, no Rio de Janeiro, sobre suas propostas no campo da reforma política: ele defendeu o fim da reeleição e a redução do número atual de congressistas, sem especificar se a medida vai abranger só deputados ou também senadores.
“O que eu pretendo é fazer uma excelente reforma política, acabando com o instituto da reeleição, que começa comigo caso seja eleito, e reduzindo um pouco, em 15% ou 20%, a quantidade de parlamentares”, disse. A segunda medida, se proposta, certamente enfrentará forte resistência dos futuros congressistas.
A emenda constitucional que passou a permitir a reeleição de presidente, governador e prefeito foi aprovada em 1997 pelo Congresso, em articulação para permitir, pelas urnas, a continuidade do mandato do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Foi o que aconteceu na eleição presidencial do ano seguinte.
Sobre a denúncia de que algumas empresas teriam feito pagamentos a agências especializadas em espalhar mensagens em redes sociais a seu favor e contra o petista Fernando Haddad, uma prática proibida pela lei eleitoral, Bolsonaro afirmou que “não tem nada a ver com isso”. “Eu não preciso de fake news”, disse.
O presidenciável reiterou sua admiração pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Ele quer a América grande e nós também queremos o Brasil. Ele reduziu carga de impostos e muitos criticaram, mas isso gerou emprego”, afirmou Bolsonaro. “Eu gosto muito dele e nunca neguei, ou querem que eu admire o (presidente venezuelano, Nicolás) Maduro ou governo cubano?”, questionou o candidato do PSL

                                        Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/eleicoes/bolsonaro-diz-que-vai-propor-fim-da-reelei%C3%A7%C3%A3o-para-presidente/ar-BBOEqt2?li=AAggXC1